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Sarah La Kali

Sarah la Kali

A primeira menção histórica a respeito de Sarah la Kali foi encontrada em um texto escrito em 1521, por Vincent Philippon intitulado, A Lenda das Santas-Marias. Suas páginas manuscritas encontram-se agora na biblioteca de Arles. Nesta versão da lenda, Sarah vivia em Camargue, sul da França (sem mais detalhes) entre ciganos do clã Sinte.

De acordo com outra narrativa, Sarah era de nascença uma egípcia e foi para a Palestina como escrava de José de Arimatéia. Este, que no ano 50 d.C empreendeu fuga da perseguição romana aos cristãos, viajando através do mar em uma pequena embarcação acompanhado de Maria Jacobina (irmã de Maria de Nazaré), Maria Salomé(mãe dos apóstolos João e Tiago) e Maria (mãe de). Eles se depararam com uma tempestade severa e segundo essa versão da lenda, Sarah guiou a todos, por meio da leitura das estrelas, para a costa distante, no sul da França.

Em outra lenda que nós, ciganos Sinte, acreditamos muito mais …Sarah la Kali foi uma cigana que estava acampada na costa ao sul da França, quando o barco em questão se aproximou. E o contato entre ela e as “marias vindas do mar” se deu da seguinte forma: de acordo com Franz Ville, autor do livro (Tziganes, editado em Bruxelas 1956): ” Uma de nossa gente foi quem recebeu a primeira revelação e essa pessoa foi Sarah la Kali. Nascida em uma família cigana, Sarah la Kali foi a pessoa principal de seu clã em Rhone (antigo nome da atual cidade de Saint Marie de La Mer). Ela foi escolhida como sacerdotisa-iniciada nos elementos Terra, Água e Ar e é por esse motivo que se vestia de preto, daí seu nome Sarah la Kali (em Romanês, Kali significa preto). Conhecedora de todos os segredos a ela transmitidos, e diga-se de passagem eram muitos os segredos; pois nós, ciganos, a esse tempo já conhecíamos os fundamentos de várias religiões e dominávamos várias formas de ocultismo. Nessa época uma vez por ano, os ciganos Sinte colocavam em seus ombros a estátua de ISHTAR (a filha da Lua) e entravam no mar para receber suas bençãos ( fato que atualmente ocorre com a imagem de Sarah la Kali). Ainda há registros nas tradições orais em Romani desta parte da lenda:
” um dia Sarah la Kali teve visões que a informaram: as “marias” que estiveram presentes à morte deJesus viriam para sua região e que ela as ajudaria. Sarah viu-as chegando em um barco. O mar estava bravio e ameaçava afundar a embarcação. Sarah lançou seu lenço nas ondas e, usando o mesmo, caminhou sobre as águas ajudando as “marias” a desembarcarem em segurança.


Image Detail

ORAÇÃO PARA SANTA SARA KALI – Em Romani

“Manglimos Katar e Icana Sara Kali

Tu Ke San Pervo Icana Romli Anelumia
Tu Ke Biladiato Le Gajie Anassogodi Guindiças
Tu Ke daradiato Le Gajie, Tai Chudiato Anemaria
Thie Meres Bi Paiesco Tai Bocotar Janes So Si e Dar,
E Bock, Thai O Duck Ano Ilô Thiena Mekes Murre Dusmaia
Thie Açal Mandar Thai Thie Bilavelma
Thie Aves Murri Dukata Angral O Dhiel
Thie Dhiesma Bar, Sastimôs
Thai Thie Blagois Murrô Traio
Thie Diel O Dhiel.”

Oração

Tu que és a única Santa Cigana do Mundo.
Tu que sofrestes todas as formas de humilhação e preconceitos.
Tu que fostes amedrontada e jogada ao mar.
Para que morresses de sede e de fome.
Tu sabes o que é o medo, a fome, a mágoa e a dor no coração.
Não permitas que meus inimigos zombem de mim ou me maltratem.
Que Tu sejas minha advogada perante à Deus.
Que Tu me concedas sorte, saúde e que abençoe a minha vida.
Amém 


continuacao:

CONTINUACAO

 

A bem da verdade Saintes-Maries-de-la- Mer , ou “santas marias do mar “, é uma pequena vila de pescadores localizada no centro-sul da costa do mediterrâneo, França, na região de Camargue de Bouches-du-Rhone. Escavações arqueológicas e lendas locais indicam que a região tem sido venerada como um lugar sagrado por uma sucessão de culturas, incluindo os celtas, romanos, cristãos e, mais recentemente, nós, os ciganos. Uma vez que era o local sagrado da deusa tríplice celta – ligada às águas ( a deusa tríplice é o cerne das religiões pagãs e está presente em diversas culturas). Na cultura celta, há várias deusas que assumem esse papel de deusa tríplice, trazendo em si as três fases da vida: nascimento, crescimento e morte. São representadas por uma mulher que traz em si a adolescente, a mãe e a anciã. O três ou a tríade, antes mesmo de ser usado no Cristianismo, era a base da magia e religião celta, pois se baseava não só nas três fases da vida, mas também nas estações (que no início eram contadas como três – sendo que uma dependia da Terra, outra da Água e a última do Ar ). Em época celta a cidade possuía uma deusa da primavera conhecida pelo nome de Oppidum Priscum Ra. A adoração a deusa tríplice da água foi substituída por templos romanos dedicados a Artemis, Cibele e Ísis. Já em 542 dC, a cidade era conhecida como Saintes-Maries-de-la-Barca, em 1838, recebeu seu nome atual: o de “Saint Maries de la mer”. Fontes históricas mencionam uma igreja do século 9 construída na vila, mas muito pouco se sabe sobre a história da cidade antes do século 14, por causa de sua localização remota. Não se sabe exatamente quando e por que a igreja da vila se tornou o local mais sagrado dos ciganos”manushes” , algum tempo após sua chegada na Europa no início dos anos 1400.

Outros aspectos de Sarah la Kali: 
Quando nas lendas aparece a referência de que ela foi escolhida como sacerdotisa iniciada, na realidade isso equivale a dizer: ela era a personificação de uma Shakti. E dentro dos conceitos atávicos que trouxemos do norte da Índia, como personificação de uma Shakti, Sarah la Kali exercia a proteção dos oprimidos e perseguidos e é por isso que alguns clãs ciganos peregrinam rumo ao “santuário” de Sarah la Kali, em Saint Marie de la Mer, na França.

Nicolas Ramanush

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Esta seria a visão aproximada que as “Marias” tiveram do Mar Mediterrâneo para a região onde, conforme reza a lenda, estavam os ciganos e Sarah la Kali e que atualmente encontra-se a Catedral.

Esta seria a visão aproximada que as “Marias” tiveram do Mar Mediterrâneo para a região onde, conforme reza a lenda, estavam os ciganos e Sarah la Kali e que atualmente encontra-se a Catedral.O pequeno Rhône é um dos braços de um rio que deságua no Mediterrâneo, tem 68 km , sua profundidade varia 2 a 5 metros e sua largura entre 60 e 150 metros. Aqui navegávamos em suas águas calmas e viamos o famoso Rancho Reynaud. Um dos mais antigos e importantes da região na criação de touros de Camargue.

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Arroz de Camargue

 

 

Nesta foto você pode ver os campos de arroz, à margem do petit Rhône. O arroz é plantado em maio e colhido em setembro. Reparem que já havia alguns brotos. O arroz de Camargue é famoso no mundo inteiro pois é cultivado em água salgada que dá a ele um sabor diferenciado.

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Essa vegetação é chamada de Salicórnia elas são cheias de água, óleo e sal. É usada como tempero e chamada de “sal verde”.

 

Você pode ver na foto acima que a Cripta de Sarah la Kali situa-se logo abaixo do altar principal , e não do lado de fora da Catedral como muita gente acreditava.A Cripta é abobadada e na parte mais alta tem aproximadamente 2,80m

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No horário da missa com predominância de não ciganos.

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A cruz que se ve acima da porta lateral da Igreja é chamada Cruz de Camargue ela pode ser vista na maioria das casas da região e o seu simbolismo significa ” a minha fé está ancorada no meu coração”. Acima a esquerda ve-se a Catedral repleta de pessoas dentro , fora e na torre da mesma. Registramos aqui a saída de Sarah e na torre ve-se pessoas que buscavam uma visão privilegiada. Abaixo a tal visão privilegiada antes da procissão.

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Na placa afixada na Catedral pode-se ler oseguinte: ” Igreja das Santas Marias – século IX,X e XII.Dedicada as Santas Marias Jacobina e Salomé. Construida sobre um antigo santuário ( que hoje é a Cripta de Sarah),na forma de um forte para proteger os habitantes e as relíqueas das invasões Sarracenas.
Dentro da Cripta estatua deSantaSarah patrona dos Ciganos.


Marcone era homem de meia-idade e de grande cultura geral, produto de uma educação esmerada em colégios de qualidade inequívoca, sob o alicerce fraternal de sua família. Além de engenheiro, dedicava-se a estudar a doutrina espírita kardecista com empenho sem-igual, a fim de estar sempre preparado a orientar os freqüentadores de um centro espírita, no qual exercia o cargo de presidente e principal palestrante.
Lapidado em conceitos ortodoxos que, ao invés de abrir-lhe os horizontes da Espiritualidade, mais o faziam mergulhar em um dogmatismo desenfreado, Marcone, durante as palestras que ministrava, quando indagado sobre questões pertinentes à Umbanda, utilizava-se quase sempre de expressões depreciativas, asseverando que tal religião era constituída de espíritos e práticas atrasados, e que pouco ou nada contribuíam para auxiliar os doentes do corpo e do espírito.
Sua vida transcorria normal, com a habitualidade de sempre, alternando-se entre o trabalho, o convívio social e as reuniões espíritas.
Certa ocasião, Carlos, seu filho de 10 anos, foi acometido de estado febril, acompanhado de pequenas convulsões. Preocupado, buscou auxílio médico, sem, no entanto, lograr êxito. Análises laboratoriais não apontavam qualquer tipo de infecção, bem como nada havia sido detectado nos exames cardiológicos e neurológicos.
Não deixando a medicina de lado, Marcone, como dirigente que era, passou a levar seu filho às sessões espíritas, na expectativa de que os amigos espirituais ajudassem na cura do bom filho.
Em determinada sessão, durante a leitura de nomes para irradiação, em cuja relação incluía-se o de seu filho, presente ali e muito debilitado, Marcone foi surpreendido pela incorporação de um espírito em um médium integrante da mesa. Como na casa espírita que dirigia não havia incorporações, mas tão somente mensagens psicografadas e inspirações espirituais, o engenheiro prontamente se aproximou do médium manifestado, reprimindo-o energicamente por alterar a linha de trabalho do centro.
No momento em que Marcone admoestava o médium em transe, o espírito que a este se acoplara, apresentou-se, dando boa noite aos presentes. Disse que fora enviado àquele recinto para solucionar problema de ordem espiritual delicado que afligia certa pessoa da assistência, direcionando seu olhar para o menino Carlos. O dirigente, observando o comportamento diferente daquela individualidade espiritual, num misto de insegurança e arrogância, inquiriu o espírito sobre sua procedência e nome. O amigo espiritual, fitando fixamente Marcone, disse-lhe que realizava trabalhos em outra corrente religiosa, declinando seu nome, que aqui trataremos apenas como Exu “A”.

Ante a identificação, o pai de Carlos, tomado de profundo preconceito, ordenou àquele espírito que reputava como sem-luz, que se retirasse e procurasse a evolução que Marcone supunha que ele, o espírito, necessitasse. Ante os apelos contundentes, o espírito aceitou retirar-se, dizendo, antes de partir, que o enfermo a curar carecia de cuidados urgentes, sob pena do quadro tornar-se irreversível.

Após a partida do espírito Exu “A”, o diretor Marcone criticou severamente o médium que tinha dado campo de atuação àquele espírito, exigindo maior atenção dali em diante.
Os dias passam e, apesar dos passes e água fluidificada ministrados em Carlos, o garoto jazia num permanente estado febril e periódicas convulsões, acrescido agora de ostensiva anemia, deixando-o num estado mental depressivo. Marcone já não sabia a
quem recorrer, pois experimentara até a desobsessão, sem resultado algum.
Desesperado com a patologia de Carlos, Marcone, numa atitude desesperada de pai, resolveu buscar auxílio no primeiro lugar que encontrasse, fosse o que fosse. Saiu a perambular pela rua, entrando em quase todas as vias de seu bairro. Nada. Alcançou os
limites de outro bairro. Nada.
Já desanimado e sem ter com quem contar, Marcone tomou o caminho do lar. Entrando em pequena viela que lhe facilitaria encurtar a distância, ao passar por uma pequena casa, ainda com tijolos à mostra, o pai aflito identificou o som que parecia ser de tambores. Sob a inspiração de seus guias, perguntou a um senhor de cabelos e vestimenta brancos que ali estava, o que funcionava naquele local. Foi informado, então, que se tratava de um Templo de Umbanda.
O engenheiro Marcone, constrangido, explicou à pessoa parada no portão que tinha, na família, pessoa que passava por sérios problemas de saúde, necessitando atendimento. Respondeu-lhe o humilde senhor que ele, Marcone, poderia trazer o doente, se quisesse, ainda naquele dia, pois a sessão estava em seu início.
Marcone pôs-se em fuga alucinada para a sua residência. Enrolou o filho em um lençol e, em companhia de sua esposa, rumou de carro para aquele endereço. Retornando à Casa Umbandista, foi levado, juntamente com Carlos e Leila, sua mulher, ao salão de trabalhos espirituais.
Incomodado com o barulho dos instrumentos de percussão, porém esperançoso na cura de seu filho, Marcone orou incessantemente, pedindo auxílio diante da situação. Comandava as atividades o Caboclo que aqui chamaremos apenas de “Z”. A certa altura da gira, esta entidade aproximou-se do casal e disse-lhes que iria atendê-los após o encerramento dos trabalhos que se realizavam, momento em que direcionou um olhar de amor para Carlos.
Duas horas se passaram até que a Entidade-Chefe desse por terminado o trabalho, solicitando a seu cambone que esvaziasse o terreiro. Estando agora somente o Caboclo “Z”, seu cambone, Marcone e sua família, o espírito solicitou ao engenheiro que levasse Carlos para as dependências externas da Casa e o deitasse num pequeno espaço de terra batida existente. Advertido pelo Caboclo “Z” de que o êxito dos trabalhos a realizar dependeria também de sua fé e amor, Marcone, inquieto, via-se diante de situação que a doutrina de Kardec jamais o elucidara. O Caboclo “Z” disse-lhe ainda que o trabalho de cura ficaria a cargo de um outro amigo espiritual, devido o problema presente estar diretamente ligado à sua área de atuação.
Marcone, pensativo, limitava-se a ouvir aquela entidade simplória, porém iluminada, dizendo-lhe esta que se afastaria do médium, mas estaria presente,auxiliando no que fosse necessário. Ato contínuo, o médium do Caboclo-Chefe foi tomado por uma outra entidade espiritual, que passou a cumprimentar os presentes. Marcone, sob forte vibração, notou que conhecia aquele olhar fixo. O tom de voz (psicofonia) não lhe era estranho. Não ousou questionar o espírito, que, de forma vigorosa, dava instruções ao cambone sobre como proceder.
Após os preparativos, o amigo espiritual expôs resumidamente a Marcone que o pequeno Carlos achava-se em processo de obsessão, infligido por alguns desafetos do passado, e que o caso solicitava o concurso de medidas extremas para tal dissipação. Marcone encorajado a esclarecer-se sobre o fato, afirmou ao espírito que era dirigente de um centro kardecista e que lá havia sessões de desobsessão, consultando-o sobre a possibilidade do drama de seu filho lá ser resolvido. O companheiro de Aruanda explicou-lhe que, devido ao atual estágio obsessivo de Carlos, a doutrinação dos desencarnados que o assediavam só surtiria efeito após a realização daquele trabalho.
Feitos os preparativos, a entidade atuante ordenou ao cambone que fizesse, na terra, um círculo que envolvesse Carlos e que colocasse, sobre seu traçado, material de grande fundamento dentro da Umbanda. Orientou os presentes para que guardassem distância e que orassem de olhos fechados. Estando todos a postos, a entidade que capitaneava o ritual ordenou ao cambone que “puxasse” uma curimba de atração e condensação de forças positivas, repetindo-a por três vezes. Depois foi cantado um ponto de ação repulsora, momento em que o amigo do astral superior acionou a ignição do material no círculo mágico depositado.
Grande deslocamento de ar ocorreu, ao mesmo tempo em que se expandiam partículas de alto poder de corrosão. Ato contínuo, Carlos, então em estado torpe, foi acometido de grande agitação, que durou segundos, voltando depois ao estado de
inércia inicial. Imediatamente, o espírito que comandava os trabalhos ordenou aos guardiões auxiliares que imobilizassem os obsessores (eram dois), e os encaminhassem à detenção astral, até segunda ordem.
Marcone, assustado com o cenário que até então desconhecia, notou, com velada satisfação, que Carlos abrira os olhos com brilho há muito não visto. Levantando-se do chão ainda debilitado pelo vampirismo dos obsessores, perguntou ao pai que lugar era
aquele e o que tinha acontecido. Aproximando-se da família, o espírito benfeitor expôs que o perigo passara e que, embora naquele local se efetuassem trabalhos de doutrinação, ele, Marcone, mediante ordens superiores, poderia ministrar o devido esclarecimento àqueles espíritos detidos, em sua casa espírita.
Visível felicidade cobria a face de Marcone e Leila, que observavam substancial melhora do filho. Distraindo-se em afagar Carlos, Marcone não percebeu que o espírito trabalhador já se afastara do médium. Não teve a oportunidade de agradecer e nem saber seu nome.
Perguntou ao dirigente daquele Núcleo Umbandista sobre quem era aquele espírito, no que foi respondido, em tom fraternal, o que importava naquele momento, era o bem-estar de Carlos.
Os dias correram e, com eles, a febre alta, a anemia e as convulsões. Carlos, o filho querido, já tinha vida normal e sequer demonstrava resíduos da patologia espiritual que o afligira. Marcone solicitou aos espíritos superiores que lhe dessem a oportunidade
de receber em sua casa espírita aquelas entidades que outrora obsediavam seu filho. Foi atendido, fazendo valoroso trabalho de conscientização e regeneração junto aos ex-obsessores.
Durante uma sessão de estudos, em que todos os presentes se voltavam a esmiuçar as obras kardecistas, uma suave briza de fragrância agradável fez vibrar positivamente todo o ambiente. Marcone então teve suas atenções voltadas para um médium da mesa, cuja fisionomia denotava profunda mudança. O médium, agora incorporado por um espírito, saldou a todos, conclamando-os a seguirem os ensinos de Jesus.
O dirigente Marcone, sob forte emoção, identificou de pronto aquela entidade. Sabia agora que era a mesma que se manifestara pela primeira vez naquele recinto para ajudar Carlos, e que fora injustamente convidada a se retirar. Tinha consciência também que era o mesmo espírito que havia curado seu filho no Templo Umbandista.
Num incontido choro, aproximou-se daquele espírito pedindo perdão pelo preconceito e discriminação que o fizera passar.
A entidade espiritual Exu “A” envolveu Marcone em cristalinas ondas de luz, pedindo mais compreensão e menos radicalismo.
Proferiu, ao dirigente espírita palavras de conforto e entusiasmo para as atividades espirituais. O engenheiro Marcone, percebendo que a entidade espiritual já se despedia dos presentes, num gesto de humildade e simplicidade, virtudes que permeiam os grandes de coração, fraternalmente disse ao espírito do Bem:
“Obrigado, amigo Exu!” Um Exu de Lei e verdade…

(Autor Desconhecido) – do Portal Guardiões da Luz

Laroyê Exu… Exu é Mojubá!

GUIA DE CONSULTA E UTILIZAÇÃO DAS

ERVAS MEDICINAIS


ABACATEIRO “Persea Gratíssima”: Rico em vitaminas e proteínas, é diurético, combate a gota, o ácido úrico e elimina cálculos renais e biliares. É preferível usar as folhas secas, pois as verdes são estimulantes e aumentam as palpitações cardíacas. A massa do abacate é fortificante dos cabelos e tem alto poder cicatrizante.

ABÚTUA “Chododendron Platyphyllum”: A raiz e o tronco são as partes usadas. Muito útil nas dificuldades da menstruação atrasada, cólicas e nas febres intermitentes.

ABSINTO “Artemisia absinthum”:  Um ótimo estimulande, em pequenas doses. Ameniza a anemia e descarrega a bílis. Uma boa receita é fazer um chá com hortelã e canela.  Evitar na gravidez e na lactação, é emenagogo.

AGONIADA “Plumeria lancifoliata”: Calmante das histerias, ameniza cólicas, menstruações dificeis e dolorosas e febres intermitentes. Substitui o quinino.

AGRIÃO “Sisymbrium nasturtium”:  Com enxofre em grande quantidade é um ótimo anti-caspa, diminui e queda de cabelos, é também um tônico estimulante, cicatrizante, depurativo, anti-inflamatório, descongestionante, digestivo, diurético e antiescurbútico.

ALCACHOFRA “Cynara sculymus” Ótimo diurético e eliminador do ácido úrico, reumatismo, atua nos distúrbios hepáticos e digestivos, aumenta a secreção biliar e faz baixar a pressão arterial. Evitar na lactação.

ALCAÇUZ “Glycyrhiza glabra”  De sabor adoçicado, é emoliente empregado na bronquite e tosses crônicas.

ALECRIM “Rosmarinus officinalis” Muito útil da debilidade cardíaca, é excitante do coração e do estômago. Combate a flatulência, males do fígado, rins e intestinos. O chá é bom para combater a tosse, asma, gripe. Em banhos alivia o reumatismo ecura feridas. Dose normal: De 5 a 10 gr. por litro.

ALFAFA “Medicago sativa” Suplemento alimentar, rica em vitamínas (K), minerais, contém potássio, magnésio, fósforo e cálcio. Age nas anemias e hemorragias. Revigorante nos casos de fadiga e alimentação insuficiente.

ALFAVACA “Occimum basilicum” Tem poder antisséptico, cura feridas e hematomas. A INFUSÃO forte pode ser usada em gargarejos e bochechos contra dor de garganta, mau hálito e aftas. Serve ainda contra queda de cabelos (deixe agir por cinco minutos e enxágue).

ALFAZEMA “Lavandula officinalis” Poderoso antisséptico, cicatrizante, estimula a circulação periférica, anti-depressiva, sedativa e analgésica. É ainda desodorante, purificante e ótimo repelente de insetos.

ALGODOEIRO “Gossypium herbaceum” A parte usada é a casca da raiz recente e tem propriedade diurética e emenagoga. Ameniza cólicas e dores do parto. Deve ser evitada na gravidez.

ALHO “Alium sativum”  Poderoso depurativo do sangue, é expectorante, antiséptico pulmonar, antinflamatório, antibacteriano, tônico, vermífugo, hipoglicemiante, antiplaquetártio, antioxidante, diminui o colesterol e a viscosi-dade sanguínea. É altamente indicado em diabetes, hipertensão, bronquites, asma e gripes.

AMEIXEIRA “Prunus Doméstica”  Tanto as folhas como o fruto, servem para soltar o intestino e regularizar as funções digestivas. Como consequência melhoram a pele.

AMOREIRA “Morus Nigra”  As folhas são empregadas no combate ao diabetes, pedras nos rins e limpar a bexiga. Recentemente descobriu-se ser util na reposição hormonal.

ANDIROBA “Carápa guaiananensis”  Semente amazônica que serve como repelente e como reconstituite celular da derme, eliminando inflamações e dores superficiais. Tem ação purgativa na eliminação de vermes.

ANGÉLICA  “Angelica Officinalis” Planta aromática procedente do Hemisfério Norte. Muito indicada no trato digestivo e na insuficiência de suco gástrico e problemas estomocais. Não é recomendado a diabéticos

ANIZ “Pimpinella anisum” A semente de aniz favorece as secreções salivares, gástricas e a lactação. É  indicado em dispepsias nervosas, enxaquecas de origem digestiva, cólicas infantis, deficiências cardiovasculares (palpitações e angina), asma, espasmos brônquicos e aumenta o leite materno. EVITE USO PROLONGADO,  pode causar intoxicação e confusão mental.

ARNICA “Arnica do Campo” Poderoso antinflamatório, tônico estimulante, antisséptica e analgésica. Um fitocom-plexo que bloqueia a inflamação causada por traumatismos e reabsorve as células necróticas. Indicado em contusões, entorses, hematomas e traumatismos, flebites, furúnculos e até mesmo afecções bucais.

APERTA RUÃO/PIMENTA DE FRUTO GANCHOSO ” Piper aduncum”  Diurético, adstringente e tônico digestivo. A raiz em uso externo combate a Erisipela.

AROEIRA “Schinus Terebinthifolius”  Balsâmico e adstringente empregada nas doenças de vias urinárias, como cistite. Nas bronquites, gripes e resfriados, combate a febre e secreções.

ARRUDA “Ruta Graveoleons” A RUTINA (principio ativo) aumenta a resistência de vasos capilares sanguíneos, evita a ruptura, provoca uma leve contração do útero, estimula as fibras musculares. Indicado especialmente nos reumatismos, nevralgias, verminoses e problemas respiratórios, sua inalação abre os brônquios. É emenagoga, antiespasmódica e estimulante.

ARTEMISIA “Artemísia vulgaris”  Planta feminina que tem ação estimulante sobre o útero e deve ser evitada por mulheres grávidas, por ser emenagoga. O CHÁ combate problemas de ovários, ciclo menstrual irregular, lombrigas e anemia (2xícaras/dia no máximo).

ASSA PEIXE “Bohemeria caudata” Muito eficaz contra a gripe, tosse forte e bronquite, aliviando dores no peito e nas costas. Estanca o sangramento.

AVENCA “Adiantum capillus-veneris” Tem ação protetora sobre peles sensíveis e age contra queda de cabelos. Combate males respiratórios como bronquite e tosse com catarro.

Gipsy Red Rose meses atras
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BANCHÁ “Thea sinensis” Originária da China, acompanha a cultura a milênios como digestiva de fino paladar, diurética e levemente tônica.

BARBATIMÃO “Stryphnodendron barbatiman” Rica em tanino. Usa-se externamente reduzindo a pó e aplicado sobre úlceras, impingens e hérnias (20 gramas cozidas em meio litro da água, em banhos e lavagens). Internamente como tônico, cozinhando a casca para combater  hemorragias uterinas, catarro vaginal e diarreias.

BARDANA/FOLHA “Arctium lappa” Indicada principalmente para a pele e como antibiótico, é ainda diurética, hipoglicemiante, anti-inflamatória, bactericida, depurativa e cicatrizante, além de agir no couro cabeludo nas dermatites descamantes.

BOLDO CHILENO “Peomus boldus”  Poderoso digestivo e hepático, com propriedades tônicas e estimulantes, ativa a secreção salivar, biliar e gástrica em casos de hipoacidez e dispepsias. Muito utilizado em hepatite crônica e aguda.

BORRAGEM ” Borago officinalis”  Planta medicinal e alimentícia que lembra o cheiro do pepino, por isso se torna uma salada muito nutritiva. Possui vitamina C, alcaloides. É antinflamatória, expectorante, adstringente e altamente diurética. Muito indicada em casos de inflamações de bexiga e pedras nos rins ou bexiga. Auxilia na eliminação de toxinas e melhoria da pele.

CABELO DE MILHO “Zea Mays” Poderoso diurético, regula as funções dos rins e da bexiga removendo areias e pedras. Chá dos cabelos de milho baixa a pressão e desintoxica o sangue. Não se recomenda o uso em casos adiantados de inflamação nos rins ou bexiga.

CACTO/MANDACARU “Cactus grandiflorus” Estimulante do coração, similar a “Digitális”, utilizado nas perturbações cardíacas, circulatórias, reumatismo e angina peitoral. Não se acumula no organismo.

CAJUEIRO “Anacardium occidentale” É estimulante do organismo, combate o Diabetes e é anti-hemorrágico. Em gargarejos cura inflamações da garganta, aftas. Ameniza irritações vaginais.

CALÊNDULA “Calendula officinalis” Famoso por ser antialérgica e cicatrizante, ainda cura e diminui a gastrite e a úlcera duodenal, pois tem ação antitumoral. O ácido oleanóico suaviza e refesca peles sensíveis e queimadas pelo sol. Favorece a regeneração de tecidos danificados e é antisséptico.

CAMOMILA “Matricaria chamomilla” De origem egipcia, tem propriedades calmantes, digestivas em casos de inflamações agudas e crônicas da mucosa gastrointestinal, colites, cólicas, é também antialérgico e anti inflamatório, podendo reconstiuir a flora intestinal.

CANA DO BREJO “Costus spicatus”  Excelente diurético, ajuda a eliminar pedras na bexiga, sífilis e inflamações nos rins. Ainda combate a arteriosclerose. A raiz em pó serve de cataplasma para hérnias, inchaços e contusões.

CANELA “Cinnamomum zeylanicum” Originária do Sri Lanka, sudeste da Índia, é aromático, estimulante da circulação, do coração e aumenta a pressão. Provoca a contração de músculos e do útero, por isso é hemenagoga.

CARAMBOLEIRA “Averhoa carambola” Ótimo diurético, elimina pedras nos rins e da bexiga, combate febres e ameniza o diabetes.

CARAPIÁ “Dorstênnia arifolia” Depurativo, estimulante digestivo e age contra anemia. A raiz é empregada como cataplasma para apressar a cicatrização de ossos fraturados.

CARVÃO VEGETAL: O carvão vegetal de madeira mole e não resinosa, é utilizadas desde o antigo Egito com fins mediciniais. Por ser altamente absorvente, é empregada na eliminação de toxinas, em casos de envenenamento ou intoxicação. Por sua rapidez na ação era utilizado pelos índios em picadas de cobras e aranhas. Uso interno e externo.

CAPIM CIDRÃO “Cymbopogon citratus” Originária da Índia, é sedativa, analgésica e anti-térmica, promove uma diminuição da atividade motora e aumenta o tempo de sono. Combate o histerismo e outras doenças nervosa.

CARDO SANTO: “Cirsium vulgare” Tônico amargo, adstringente, diurético, expectorante e antisséptico. Indicado em problemas gástricos, indigestão, asma e catarro nos brônquios.

CAROBINHA: “Jacarandá copaia” Um dos melhores depurativos do sangue, contra sífilis, doenças de pele, doenças reumáticas e amebas intestinais.

CARQUEJA: “Baccharis triptera” Exerce ação benéfica sobre o fígado e intestinos, limpa as toxinas do sangue, além de ser um ótimo hipoglicemiante. Indicado em casos de gastrite, má digestão, azia, cálculos biliares e prisão de ventre.

CASCARA SAGRADA: “Rhamnus purshiana” Forte laxante, que reestabelece o tônus natural do cólon do intestino e normaliza as funções do intestino.

CASTANHA DA INDIA: “Aesculus hippocastanum” Excelente tônico circulatório, isso é percebido 15 a 30 minutos após sua ingestão, amenizante a dor nas pernas e costas. Ativa a circulação, prevenindo acidentes vasculares.

CATUABA: “Erytroxylon catuaba”  Afrodisíaco e tonificante, contém um alcalóide semelhante a atropina, que opera lentamente dando energia ao organismo. Indicado em casos de fadiga ou impotência sexual.

CAVALINHA: “Equisetum arvensis” Anti-inflamatório, adstringente, e revitalizante. Indicado no trato de problema genital e urinário, menstruação excessiva. Age nos brônquios, limpando secreções dos pulmões e do sangue. Repõe o silício perdido no emagrecimento.

CENTELLA ASIÁTICA: “Hidrocotile asiática” O bioquímico francês Jules Lépine descobriu que esta planta tem um alcalóide que pode rejuvenecer o cérebro, os nervos e as glândulas endócrinas. Os chineses atribuem a ela um valor igual ao ginseng. Com propriedades tonificantes ela normaliza a produção de colágeno e liberando células adiposas. Por isso é tão indicada para terapias de emagrecimento e da pele.

CHAPÉU DE COURO: “Equinodorus macrophyllus” Depurativo muito conhecido nas terapias de pele, tem efeito laxativo e estimulante da bílis. Pela ação nos rins e fígado reduz o ácido úrico e o reumatismo.

CIPO CABELUDO: “Mikania hirsutíssima” Indicado em cólicas menstruais, nefrites, reumatismo e inflamações da bexiga.

CIPÓ MIL HOMENS: “Aristolochia brasiliensis” Estimulante dos rins, fígado e baço, ameniza cólicas intestinais e a febre. Tem ação emenagoga, por isso não é indicado na gravidez. Cura picadas de cobras, ingerindo e aplicando a planta moída sobre o ferimento.

COMPOSTO/BRONQUITE: Combinação das ervas mais indicadas para combater os sintomas da bronquite: Assa Peixe + Bardana + Malva + Menta + Tanchagem.

COMPOSTO CALMANTE: Combinação das ervas mais indicadas para combater o nervosismo: Capim Cidrão + Camomila + Melissa + Hipérico + Maracujá.

COMPOSTO/CIRCULAÇÃO: Combinação das ervas mais indicadas para melhorar a circulação sangüínea: Arnica + Erva de Bicho + Ginkgo Biloba + Hamamelis.

COMPOSTO/CÓLICAS MENSTRUAIS: Combinação das ervas mais indicadas para amenizar cólicas menstruais: Artemísia + Agoniada + Aroeira + Carapiá + Tília.

COMPOSTO/COLESTEROL: Combinação das ervas mais indicadas para diminuir o colesterol: Erva de Bugre + Alcachofra + Carobinha + Dente de Leão + Pedra Ume Caá.

COMPOSTO DEPURATIVO: Combinação das ervas mais indicadas para limpar o sangue: Alcachofra + Capim Cidrão + Carobinha + Porangaba + Sene Indiano.

COMPOSTO/DIABETES: Combinação das ervas mais indicadas para combater o diabetes e diminuir a taxa de açúcar no sangue: Pata de Vaca + Pedra Ume Caá + Ipê Roxo + Gervão + Graviola + Carqueja.

COMPOSTO/CÁLCULOS RENAIS: Combinação das ervas mais indicadas para combater os males dos rins: Alcachofra Capim Cidrão + Quebra-Pedras + Cabelo de Milho + Cana do Brejo.

COMPOSTO EMAGRECEDOR: Combinação das ervas mais indicadas para ajudar no emagrecimento: Alcachofra + Boldo do Chile + Camomila + Capim Cidrão + Carobinha + Graviola + Sene Indiano + Carqueja + Centella Asiática + Erva de Bugre.

COMPOSTO EQUILIBRIUM: Combinação das ervas mais indicadas para acalmar sem sentir sono: Capim Cidrão + Melissa + Guaraná da Amazonia + Hibisco + Ginkgo Biloba + Jasmim.

COMPOSTO ENERGÉTICO: Combinação das ervas mais indicadas para combater os Stress e o desgaste fisico/mental: Catuaba + Guarana da Amazonia + Pfaffia + Marapuama.

COMPOSTO/ESTÔMAGO: Combinação das ervas mais indicadas para combater dores de estomago e má digestão cronica: Artemísia + Bardana + Camomila + Carqueja + Erva de São João + Picão + Tansagem.

COMPOSTO/FÍGADO: Combinação das ervas mais indicadas para combater os males do fígado: Espinheira Santa + Carqueja Doce + Boldo do Chile + Camomila + Dente de Leão.

COMPOSTO/GRIPE: Combinação das ervas mais indicadas para combater os sintomas da gripe ou resfriado, como coriza, dores no corpo e baixa energia: Assa Peixe + Alfavaca + Guaco + Erva Cidreira + Guaraná da Amazonia + Pariparoba.

COMPOSTO/MENOPAUSA: Combinação das ervas indicadas para combater os suores e acalmar o sistema nervoso: Carobinha + Calêndula + Milefólio + Melissa + Tília.

COMPOSTO/PROBLEMAS DE PELE: Combinação das ervas mais indicadas para limpar o sangue e eliminar a Acne e a oleosidade da pele: Chapéu de Couro + Carobinha + Douradinha + Erva Macaé + Erva de Bugre + Bardana.

COMPOSTO CONTRA PRESSÃO ALTA: Combinação das ervas mais indicadas para baixar a pressão e amenizar dores de cabeça: Arnica + Capim Cidrão + Erva de Bugre + Passiflora + Milefólio + Pitangueira + Sete Sangrias.

COMPOSTO CONTRA REUMATISMO: Combinação das ervas mais indicadas para combater os sintomas do reumatismo, ácido úrico e dores lombares: Alecrim+Chapéu de Couro+Garra do Diabo+Salsaparrilha+ Tayuiá.

COMPOSTO/SINUSITE/ASMA: Combinação das ervas contra a sinusite e dificuldade na respiração nos quadros de bronquite asmática: Arruda + Eucalipto Aromático + Salvia.

CONFREI “Symphytum asperrimum” Ótimo cicatrizante, que não convém ingerir, pois contém propriedades tóxicas. A INFUSÃO forte deve ser usado em COMPRESSAS, para acabar com irritações e espinhas na pele, ajuda na cicatrização de queimaduras e feridas.

CORDÃO DE FRADE “Leonotis nepetaefolia” Ótimo diurético, que ameniza dores de estomago e fortelece convalescentes. Dá um bom xarope para tosse e problemas respiratórios.

CRAVO DA INDIA “Syzygium aromaticum” Excitante e aromático, alivia dor de dente. Facilita a menstruação.

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DENTE DE LEÃO “Taraxacum officinalis” Tônico hepático, diurético e depurativo do sangue, age no fígado e nos rins, é indicado para diabéticos. Fortifica os nervos, mas sua ingestão diária não pode ultrapassar tres xícaras, sem adoçantes.

DOURADINHA “Waltherea douradinha” Diurético eficiente na dificuldade em urinar, inflamações da bexiga eliminando pedras. Contra problemas pulmonares, bronquite e tosse.

EMBAÚBA “Cecropia palmata” Poderoso diurético, que ameniza a pressão e regula as batidas do coração. Não fazer uso contínuo.

EMBURANA “Torresea cearensis” Broncodilatador que provoca um relaxamento. Indicado nas manifestações de bronquite, tosse e asma. Ameniza cólicas intestinais e uterinas.

ENDRO “Anethum graveolens” Combate ânsias de vômitos, cura inflamações de garganta. Ameniza flatulência, cólicas intestinais e de estômago.

ERVA BALEEIRA/SALICÍNIA “Cordia verbenácea” Anti-inflamatória, cicatrizante, tem a propriedade de remover hematomas.

ERVA CIDREIRA “Melissa officinalis” Tranquilizante e sedativa, induz ao sono e permite o controle das emoções. Indicada em crises nervosas, taquicardia, histerismo e depressão. O mirceno é o responsável pelo seu papel analgésico, no alívio de dores e da pressão alta.

ERVA DE BICHO “Polygonum acre” Tem efeito circulatório, ameniza hemorragias, hemorróidas e varizes. Melhora o desempenho cerebral e o raciocínio.

ERVA MACAÉ “Leunurus sibiricus”  Indicada nas doenças de pele e erisipela, combater o colesterol e a pressão alta.

ERVA SANTA MARIA/MENTRUZ “Chenopodium ambrosioides” Cura indigestão, hemorróidas, varizes, facilita a menstruação, a circulação e combate doenças nervosas.

ERVA DE BUGRE “Casearia sylvestris” Emagrecedor, diurético, anticolesterol, diminue inchaço das pernas, estimula a circulação e o coração. Útil em doenças de pele, mordidas de cobras e aranhas.

ERVA DE SÃO JOÃO “Agerathum conyzoides” Anti-febril, muito eficiente contra dores de estômago, cólicas e gases. Não confundir com “Herb San John”(Hipérico).

ERVA DOCE “Pimpinella anisum” Calmante, combate insônia, náuseas, cólicas e vômitos. Reestabelece a menstruação e aumenta o leite materno.

ESPINHEIRA SANTA “Maytenus ilicifolia” Seu uso é indicado no tratamento de várias doenças do aparelho digestivo, especialmente úlceras. Atua ainda sobre as fermentações anormais do intestino, normalizando as funções gastrointestinais, é ainda antisséptica e cicatrizante. No final da década de 80, a Central de Medicamentos (Ceme) divulgou um estudo oficial em que comprova as propriedades terapêuticas desta erva.

EUCALIPTO AROMÁTICO “Eucaliptus globulos” Poderoso aintiséptico, é indicado para uso em inalações, para problemas pulmonares, bronquite, asma, inflamações da garganta.

FÁFIA Pfaffia Paniculata: GINSENG BRASILEIRO: Tem uma longa lista de indicações medicinais. É tida como rejuvenecedora, revitalizante e inibidora do crescimento das células cancerígenas. Afirma-se que ativa a circulação do sangue. Tida ainda como estimulante das funções sexuais e como agente de combate ao stress, tem grande sucesso no Japão. Há quinze anos vem sendo alvo de extração predatória. A reposição é difícil pois o princípio ativo é encontrado unicamente na raiz. Estima-se que o período entre coletas deva ser de, aproximadamente, cinco anos. É o tempo necessário ao amadurecimento da planta e ao desenvolvimento de seu princípio ativo.

FENOGREGO “Trigonella foenum-graecum” Semente altamente nutritiva, que estimula o apetite, engorda. Indicado nas fraquesas típicas de gripes, anemia ou convalescência. Melhora a pele e evita rugas.

FUCUS(alga): “Fucus vesiculosos” Indicado para casos de hipotireoidismo, obesidade e disfunções da tireóide com baixa taxa de iodo. Contra indicado em casos de hipertireoidismo, problemas cardíacos, gravidez e lactação.

GARRA DO DIABO “Harpagophytum procumbens” Anti-inflamatório de origem africana, nasce apenas nos desertos, é indicada contra reumatismo, diabetes, arteriosclerose (melhora a flexibilidade das artérias) e doenças do fígado.

GENCIANA “Gentiana lutea” Estimulante digestivo, depurativa, indicada na falta de apetite, anorexia, problemas gastrointestinais. É contra indicado em casos de úlcera gástrica.

GENGIBRE “Zingiber officinalis” Estimulante gastrointestinal, é ainda um bom anti-inflamatório que apresenta resultados contra o reumatismo e artrites.

GERVÃO “Verbena bonariensis” Indicada nas dores do fígado e do estômago, febres, prisão de ventre, diurético e emenagogo.

GINKGO BILOBA: Árvore considerada um fóssil vivo, ancestral do carvalho, é mencionada nos escritos chineses de 2800 anos A.C. e considerada sagrada no Oriente. Tem ação preventiva e curativa na oxidação das células e no envelhecimento. Estimulante da circulação, diminui a hiperagregação plaquetária, evitando tromboses. Indicado ainda contra micro varizes, artrite e cansaço nas pernas.

GINSENG COREANO “Panax Ginseng”  Estimulante, pode elevar a pressão arterial. Portanto, não é recomendada para hipertensos. Dose máxima, duas colheres pequenas ao dia.

GUACO “Mikania glomerata” Dissolve catarro dos brônquios, expele secreções típicas de resfriados e bronquite, amenizando inflamações de garganta.

GUAÇATONGA “Casearia sylvestris” Emagrecedor, diminue o colesterol, o cansaço das pernas. Estimulante da circulação, usada em doenças de pele, picadas de cobras e aranhas.

GUARANÁ “Paullinia cupana” Os índios Maués a chamam de Paullinia cupana, da Amazônia, um extraordinário estimulante, que dá energia física ao organismo. Contém muita cafeína. Indicado para casos de esgotamento físico, atividades intelectuais, e é afrodisíaco.

GUINÉ “Petiveria tetrandra” Indicada para dor de cabeça, enxaqueca, falta de memória e problemas nervosos. Eficaz antídoto ao veneno de cobra e abortivo.

GRAVIOLA “Anona muricata” O chá das folhas é um ótimo emagrecedor, diminui o colesterol e baixa a pressão. Poderoso hipoglicemiante muito indicado em diabete. Ainda é analgésico em nevragias e reumatismo.

HAMAMELIS “Hamamelis virginica” Contendo essencialmente tanino, tem ação adstringente e vasocostritora, diminui as secreções e ativa a circulação. Muito utilizada como shampoo, pois ativa a circulação da pele e evita queda de cabelos.

HERA “Glechoma hederácea”  Planta trepadeira, comum em muros, contém importantes propriedades terapêuticas, contém semente tóxicas, suas folhas são analgésicas, vasodilatadora, descongestionante. A HederosaponinaC tem efeito inibidor de fungos, com ação antibiótica. Por conter muito Iodo é contra indicado em casos de hipertireoidismo.

HIBISCO “Hibiscus sabdarifa”  Flor avermelhada, com sabor semelhante ao morango, tem efeito laxante sem cólicas, melhora a digestão, aumenta a diurese e acalma os nervos.

HIPÉRICO “Hipeycum perfloratum” Famoso calmante e anti-depressivo, também é anti-inflamatório e cicatrizante. É a hipericina a responsável pela ação calmante, que também age na insuficiência hepática, má digestão, gota e reumatismo.

HORTELÃ JAPONESA “Mentha arvensis” Calmante, antisséptico e descongestionante. Elimina gases e é sedativo do estômago (faz cessar os vômitos). A TINTURA alivia enchaquecas e irritações da pele, em aplicações locais. A INFUSÃO feita com 20 grs. para meio litro de água, em forma de INALAÇÃO, descongestiona as vias respiratórias.

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I


IPECACUANHA(PAPACONHA): “Cephaelis ipecacuanha” Raiz do nordeste indicada contra a bronquite e tosse com catarro.

IPÊ ROXO “Tabebuia impetiginosa” Antibiótico natural, ficou famoso por suas propriedades analgésicas e anticoagulante é ainda indicado em casos de bronquite, asma e arteriosclerose. O Ipê-Roxo é tido como um poderoso auxiliar no combate a determinados tipos de tumores cancerígenos. É usado também como analgésico e como auxiliar no tratamento de doenças estomacais e da pele. No passado, foi largamente utilizado no tratamento da sífilis. A árvore do Ipê-roxo é alta e tem como característica as flores tubulares arroxeadas. A substância com propriedades terapêuticas é encontrada na casca.

JABORANDI “Pilocarpus jaborandi” Tem como princípio ativo o alcalóidePilocarpina, que age nas glândulas salivares e sudoríferas. Estimula as secreções gástricas, por isso é um ótimo digestivo. Tem efeito semelhante ao da Espinheira Santa. É encontrado em uma região de solo e clima bem característicos. Seu princípio ativo já é largamente usado pela indústria de medicamentos no tratamento do glaucoma. Era utilizado no passado para aguçar o faro de cães de caça. Também indicado no tratamento de doenças do aparelho respiratório. Vários xampus trazem o Jaborandi em sua fórmula, tido como um poderoso aliado na luta contra a queda de cabelo. Há anos, a planta vem sendo extraída em grandes quantidades para uso de laboratórios estrangeiros. Não existem planos para reposição dos exemplares retirados da região. As poucas áreas de cultivo regular são controladas por laboratórios estrangeiros.

JAMBOLÃO “Syzygium jambolanium” Adstringentes e poderoso hipoglicemiante indicado em diabetes, pois ameniza a formação de fermentos sacarificantes.

JASMIM “Gardenia jasminoides” Diurético e estimulante indicado como xarope contra tosse e gripe. Ótimo colírio contra inflamações dos olhos.

JATOBÁ “Hymenaea courabril” Fortificante usado contra doenças pulmonares. Cura cistite (não infecciosa).

JUÁ “Solanum viarum” A casca é utilizada como dentifrício, os frutos são calmantes dos nervos e da azia. A raiz é diurética, ajuda a emagrecer,melhora as funções do fígado e bexiga.

JURUBEBA “Solanum paniculatum” Estimulante das funções digestivas, do fígado e baço. Indicado em casos de insuficiência hepática e prisão de ventre.

LARANJEIRA “Citrus aurantium”  Ótimo contra gripes e refriados, pois é depurativo e sudorífico, tem vitaminas e sais minerais.

LOURO “Laurus nobilis” Santo remédio contra má digestão e ressaca alcoólica, doenças de fígado e estômago.

LOSNA “Artemisia absinthum”  Amargo estimulante gástrico, aumenta o apetite e é afrodisíaco. Mas em doses altas pode se tornar um psicoestimulante. Indicado contra doenças nervosas e falta de apetite.

LUPULO/FLOR “Humulus lupulus” A lupulina, um pó dourado que cobre as flores éum poderoso sedativo e hipnótico, indicado em casos de insônia. É ainda digestiva e antibiótica.

MACELA/FLOR “Achyzocline satureoides” Planta aromática com inflorescências usadas em travesseiros com finalidades calmantes. Em chá é indicado para problemas digestivos, azia e para acalmar cólicas abdominais.

MALVA “Malva sylvestris” Hortaliça muito indicada para problemas respiratórios, favorece a cicatrização e processos gastrointestinais, com benefícios à pele.

MAMICA DE CADELA “Zanthoxylon rhoifolium” Indicado contra problemas de pele, contra picadas de insetos e cobras.

MANJERICÃO: “Ocimum basilicum” Digestivo que elimina gases.

MARACUJÁ “Passiflora alata” A Passiflora tem ação tranquilizante, antiespasmódica e diurética. Indicada em dores de cabeça de origem nervosa, ansiedade, perturbações nervosas. Contra-indicado em pressão baixa.

MARAPUAMA “Ptychopetalum olacoides” De origem amazônica é afrodisíaco. Seu alcalóide, tem ação estimulante do sistema nervoso central, é anti-depressivo e é indicada em casos de esgotamento físico e impotência sexual.

MASTRUÇO “Lepidium sativum” Depurativo muito empregado em doenças pulmonarias, como pneumonia, bronquite e raquitismo. Tira hematomas e cura feridas.

MIL FOLHAS/NOVALGINA “Aquiléa millefolium”  Uma das ervas mais importantes e poderosa da farmacopéia. O chá é bom para baixar febre, aliviar dores, reumatismo, varizes, insônia, pressão alta, má circulação, males do estômago e fígado. A infusão forte transformada em cubos de gêlo, deve ser aplicado sobre hemorróidas. Em temperatura morna em banhos de assento contra problemas ginecológicos.

MORANGUEIRA “Fragaria vesca” Contra inflamações dos rins e bexiga, desobstruindo os rins, liberando a urina. Em consequência ameniza a gota, o ácido úrico e reumatismo.

MULUNGU “Erytrina verna” Calmante poderoso, analgésico e muito usado em manipulação, contra pressão alta.

NOGUEIRA “Juglans regia” O chá das folhas limpa e fortalece o sangue, as nozes são ótimo alimento para os nervos, cérebro e crescimento. Embeber os cabelos em infusão das cascas das nozes escurece os cabelos brancos.

NÓZ MOSCADA “Myristica fragans”  Digestiva e anti-reumática, muito utilizada contra pressão alta.

OLIVEIRA “Olea europaea” Estimulante do apetite, o chá das azeitonas também são usado para subir a pressão, dilata as veias, desinflama a boca e garganta.

PALMA CHRISTY: “Ricinus comunis” Famoso laxante de onde se origina o óleo de rícino.

PARIETÁRIA “Parietária officinalis” Muito usada em males dos rins, inflamações da bexiga, dissolve cálculos e alivia dores.

PARIPAROBA/JAGUARANDI “Piper umbellatum” Polivalente, age contra resfriados e asma e também contra os males do figado e baço, aliviando azia, úlceras e hemorróidas. Mastigar a raiz alivia dor de dente.

PATA DE VACA: “Bauhinia forficata” Poderoso hipoglicemiante, indicado em diabetes e elefantíase, com muito sucesso.

PAU PRA TUDO “Cinamodendron axilare” Afrodisíaco, muito indicado contra diabetes.

PAU TENENTE “Quassia amara” Indicado em males do estômago e diabetes, baixa a taxa de açúcar no sangue, também age contra a malária e febre amarela. Lavar a cabeça com o chá elimina piolhos.

PEDRA UME CAÁ “Myrcia sphaerocarpa” De origem amazônica, goza da fama deInsulina Vegetal, empregada no tratamento do diabetes baixando a taxa de açúcar e colesterol.

PICÃO BRANCO “Galinsoga parviflora” Digestivo muito usada em dores de estômago, males do fígado, icterícia e outras infecções do aparelho disgestivo.

PICÃO PRETO “Bidens pilosa” Digestivo que também ajuda a remover pedras na vesícula e rins, dores de barriga. Ameniza o diabetes.

PITANGUEIRA “Stenocalys michelli” Muito utilizada contra diarréia em crianças, bronquite, febre e ainda abaixa a pressão. É calmante infantil e bom para os nervos.

POEJO “Mentha pylegium” Bom para gripes e resfriados mas seu limite de consumo é de duas xícaras ao dia.

PORANGABA “Cordia salicifolia” Poderoso emagrecedor que diminue o colesterol. Não confundir com a Erva de Bugre.

PULMONÁRIA “Pulmonaria officinalis” Como diz seu nome é indicado nas doenças do pulmão, é um eficiente expectorante, misturado com mel de abelhas. Facilita a respiração. Indicado a pessoas que trabalham com pó.

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QUEBRA PEDRA “Phylantus niruri” Famoso por sua ação diurética, é ainda hipoglicemiante, antibactericida e anticancerígena, age principalmente no fígado. Obteve sucesso em testes contra a hepatite tipo B. Dissolve cálculos renais, promove a desobstrução da uretra e a eliminação do ácido úrico. Contra indicado na gravidez.

QUINA-QUINA “Chincona sp”  De origem andina esta árvore possui raizes e cascas contendo o quinino, um alcalóide que permite agir como anti-séptico, adstringente. Indicada para gripe, febre, em casos de malária e anemias.

ROMÃ/CASCAS  ”Punica granathum”  Adstringente, contra inflamações de garganta, amigdala e cólicas. Elimina vermes e lombrigas.

SABUGUEIRO “Sambucus nigra”  Poderoso sudorífero nos processos gripais, resfriados, tosse, sarampo e caxumba. Elimina o ácido úrico, calculos renais e toxinas do sangue.

SALVIA “Salvia officinalis” Erva hipoglicemiante, que não é tão amarga como outras e ainda tem ação antiséptica, adstrigente e estimulante. Usada como desodorante, tem a capacidade de fechar os poros e reter a sudorese. É contra indicado em gravidez e lactação.

SALSSAPARILHA “Smilax salsaparrilha”  Depurativo do sangue, combate a gota, ácido úrico e reumatismo. Diminui a dificuldade em urinar, elimina pedras nos rins e bexiga.

SASSAFRÁZ “Ocotea preciosa”  Elimina dores ósseas. Ajuda a eliminar intoxicação por metais.

SENE INDIANO “Cassia augustifolia” Um bom laxante, mas não usar contínuamente. Indicado em casos de prisão de ventre, tomar no máximo uma xícara por dia e no máximo dez dias seguidos.Usar infuso no máximo 2 gramas por xícara de água. CONTRA INDICADO A GESTANTES E LACTENTES.

SETE SANGRIAS “Cuphea ingrata” Tem efeito sedativo do sistema nervoso central . É indicado no tratamento da arteriosclerose, hipertensão e palpitações no coração.Não é aconselhado uso para crianças.

STÉVIA “Stevia rebaudiana”  Um doce presente da Natureza, que analizado em laboratório mostrou ser 300 vezes mais doce que açúcar de cana. Não tem calorias e ainda é diurética. Muito indicada aos diabéticos.

SUCUPIRA “Dilotropis incexis” Semente depurativa, oleosa, contra manchas de pele, eczemas, feridas na pele. Antireumática e antihemorrágica.

TAYUIÁ “Cayaponia tayuia”  Depurativo poderoso, desintoxica o sangue. Tem ação laxativa e desobstrui o fígado.

TANCHAGEM “Plantago major” Uma das plantas de maior valor medicinal e veterinário. Age como bactericida sobre as vias respiratórias em casos de inflamações, destruindo microorganismos e limpando secreções. Indicada também em casos de diarréias e hemorragias pós-parto. Usar infusão de 30 gramas para cada litro de água.

TÍLIA “Tilia cordata” Árvore sagrada das antigas civilizações germânicas. Sudorífica, descongestionante e relaxante é indicada em casos de febres, resfriados e dores estomacais. Alivia a dor de cabeça, enxaqueca e tensões nervosas. Usar 10 gramas para cada litro de água.

UNHA DE GATO “Acacia plumosa”  Famoso antireumático, ameniza dores nas costas e nas pernas. Também usada contra doenças venéreas.

URTIGA “Urtica dioica”  Utilizada no passado na indústria têxtil, foi descoberta como medicamento no início do século 20. De ação vasocostritora e depurativa, a urtiga é revitalizante, hipoglicemiante e tônico capilar. Melhora a circulação sanguínea. Pode provocar irritações na pele ao contato. não utilizar as sementes.

UVA URSI “Arctostaphylos urva ursi”  Devido a hidroquinona que tem propriedades antibacterianas, anti-séptica e antibiótica, é indicada em casos de inflamações renais e diarréias. A hidriquinona dá uma coloração marrom esverdeada na urina. Não se recomenda usar na gravidez ou lactação.

VALERIANA “Valeriana officinalis”  Poderoso calmante, tem ação antiespasmódica e anestésico. Depressora do SNC, atenua a irritabilidade nervosa, a ansiedade e a cefaléia de origem nervosa. Externamente é indicado na cicatrização de feridas.

VELAME DO CAMPO “Croton campestris” Um dos melhores depurativos do sangue, combate doenças nos ossos e o reumatismo.

VERBASCO “Verbascum thapsus” Combate doenças dos pulmões, ótimo expectorante, nas tosses com catarro, bronquite e asma. É cicatrizante tópico.

VERBENA “Verbena officinalis”  Indicado contra doenças do fígado e do estômago.

ZEDOÁRIA: “Curcuma zedoaria” Poderoso depurativo do sangue, ativa a circulação provocando a dilatação dos vasos sanguíneos. Ótimo digestivo, normaliza as funções do fígado, estômago e duodeno. Elimina o mau hálito e limpa as vias respiratórias em casos de inflamações da garganta.

ZIMBRO: “Juniperus communis” As bagas contém glicose e o efeito de aumentar a filtragem dos rins, é um ótimo depurativo eliminando líquido do organismo, inclusive o excesso de ácido úrico, aumentando a quantidade de urina. A infusão de 15 gramas de bagas para meio litro de água, tomar até 3 xícaras ao diaNão utilizar durante a gravidez e a nefrite manifestada.

O Simbolismo do Labirinto

labirinto O Simbolismo do Labirinto
O símbolo do Labirinto exemplifica perfeitamente o processo do Conhecimento, ao menos em suas primeiras etapas, naquelas em que o ser tem de se enfrentar com a densidade de seu próprio psiquismo (reflexo do meio profano em que nasceu e vive), isto é, com seus estados inferiores, separando alquimicamente o espesso do sutil, que a alma experimenta como sucessivas mortes e nascimentos –solve et coagula–, destinando ao mesmo tempo numerosas provas e perigos que somente fazem traduzir o próprio conflito ou psico-drama interior.

Esse desassossego é próprio daquele que, tendo abandonado suas seguranças e identificações egóticas, descobre ante si um mundo completamente novo e, portanto, desconhecido, mas para o qual se sente atraído, porque na verdade intui que ao atravessá-lo é que poderá se reencontrar com sua verdadeira pátria e destino. Essa impressão indelével de estarmos totalmente perdidos tem que nos levar imperiosamente a encontrar a saída, ajudados sempre pela Tradição (e seus mensageiros: os símbolos), que neste caso nos chega por meio do Agartha que, tal como um guia ou eixo, tem de nos conduzir (desde que nossa atitude seja reta e sincera) a um estado de virgindade, a um espaço vazio imprescindível, apto para a fecundação do Espírito, o que se vive no mais interno e secreto do coração.

labirinto3 O Simbolismo do LabirintoDevemos assinalar que muitos labirintos representados na arte de todos os povos são autênticos mandalas ou esquemas do Cosmo, ou seja, da própria vida, com suas luzes e sombras, o que nos permitirá compreender que esse processo labiríntico é na realidade uma viagem arquetípica, uma gesta, em suma, que todos os heróis mitológicos e homens de conhecimento têm realizado, e que nos servirá de modelo exemplar a imitar, tal e como estamos vendo na série “Biografias”. Na verdade, a viagem pelo labirinto é uma peregrinação ligada à busca do centro, e neste sentido é importante destacar que em muitas igrejas medievais figurava um labirinto (como em Chartres, em meio do qual aparecia antigamente o combate entre Teseu e o Minotauro) que percorriam de forma ritual todos aqueles que, por uma ou outra razão, não podiam cumprir sua peregrinação ao centro sagrado de sua tradição (por exemplo, Santiago de Compostela, ou Jerusalém), o que era considerado um substituto ou reflexo da verdadeira “Terra Santa”, onde os conflitos e lutas se finalizam, possibilitando assim a ascensão pelos estados superiores até conseguir a saída definitiva da Roda do Mundo.

Texto poMarcelo Del Debbio

Maria Molambo Das 7 Figueira

Omolubá
Foi no inicio do século XIX, pelos anos de 1818, época em que o Brasil caminhava para sua independência de Portugal e que, mesmo oficialmente elevado à “Categoria de Reino Unido”, mantinha no estilo de vida os costumes de colônia submissa, explorada, oprimida. Foi nesse tempo que nasceu em Alagoas, a filha dos Manhães, respeitada família de fazendeiros que viviam de criar gado na região próxima ao então vilarejo de Penedo.
Maria Rosa da Conceição – esse era seu nome – cresceu criada sob os arraigados moldes educacionais da ocasião. Quando moça feita o Brasil já se dizia independente: ela não era. Tinha nas mãos do pai o seu destino selado, como acontecia a tantos outros milhares de moças. Vigência comum eram os pactos de casamento, não entre os namorados, mas entre os que viam, nesse expediente, a forma de unir família, as consideradas poderosas e tradicionais, visando tão somente a interesses comerciais, territoriais e até políticos. Maria Rosa da Conceição não fugiria a esse destino quando, aos 19 anos de idade, foi prometida aos Cardins, na pessoa de Vicente, o filho.
Comum também parecia “o outro lado” dessa história. Maria Rosa, claro, não amava Vicente. Era Luciano, capataz da fazenda dos Manhães, o dono de seu coração, um viúvo, sem filhos, com quase o dobro de idade da moça. Empregado dedicado, servi a família mesmo em dias difíceis como os das secas que assolavam periodicamente o Nordeste. Luciano era homem de caráter inquestionável, dote que certamente não seria considerado pelo coronel Manhães, caso o capataz propusesse, oficialmente, casar com a filha do fazendeiro. Mas Luciano e Maria Rosa, fora do tempo e do espaço, estava perdidamente apaixonados.
Vivendo um romance clandestino, porém verdadeiro, viam aproximar – se o funesto dia do combinado casamento de Rosa com Vicente. O noivado de seis meses já se tinha expirado. A cada dia que passava menor eram as esperanças de solução. Em junho do ano de 1837, três meses antes da data marcada para a cerimônia nupcial, Maria Rosa e Luciano apelaram para única saída que lhes parecia possível – a fuga – e fugiram para as bandas de Pernambuco.
Essa foi a saída possível, mas não, honrosa, não para as famílias ofendidas nem para os costumes do povo. O escândalo ganhou fazendas, roçados, estradas e os sertões, desbravados pelos dois irmãos de Maria Rosa na tentativa de reavê – la e castigar um empregado que para eles se mostrara, agora, indigno de confiança, alem de detestável sedutor. Também para os Cardins a humilhação era sem precedentes! Todos eles exigiam reparação da honra da família, ultrajada por um homem considerado sem linhagem e de origem duvidosa. Afinal, que riquezas ou poderes tinha ele? De que família provinha? Talvez fosse um mestiço ou sabe –se lá mais o quê! Como se atrevera a tanto? Merecia castigo à altura de sei desvario. Quando a Maria Rosa, julgavam os Cardins que ela não havia recebido dos pais a devida educação, tanto que agira de maneira tão afrontosa quanto imoral. Vai daí que as duas famílias cortaram relações, unido – se apenas no firme propósito de encontrar e punir Luciano.
Durante três anos e seis meses, deu – se perseguição implacável e sem tréguas ao casal que, longe de fúria e do desejo de vingança dos seus e já com uma filha, encontrara nas terras do Coronel Aurino de Moura o seu recanto de felicidade – e onde, com a mesma dedicação, peculiar a seu caráter, Luciano também trabalhava como capataz.
Numa tarde quente de dezembro de 1840, quando despreocupado tratava no curral da fazenda, de um animal ferido, um bando cercou o local. Eram dois líderes brancos, negros, escravos, farejadores e capangas de aluguel. Sem qualquer explicação, mataram o animal a tiros e Luciano a facadas. Maria Rosa que, em casa, cuidava da filha, foi levada desacordada de volta a cidade de Penedo.
Voltar para casa em tais circunstâncias significava, naturalmente, enfrentar (quem sabe?) o ódio, mas, com certeza, a humilhação. E: apenas para isso Maria Rosa fora trazida. Após cuspir – lhe no resto, o pai expulsou – a, orgulho ferido e ouvidos fechados aos apelos dos dois filhos e da esposa, mãe sofrendo a reconhecer que a filha merecia castigo, mas, não, a renegarão. Rogos Vãos.
Ver – se entregue à própria sorte não a assustava. Mas sua filha pequena não pedira nem merecia o abandono e o repúdio familiar. E assim Maria Rosa julgou que recorrer ao abrigo de parentes poderia amenizar o sofrimento da menina. Com ela voltou a Pernambuco e, na cidade de Olinda, apelou para seus tios que, nem por isso, a trataram como sobrinha. Pelo contrário, sua condição de dependente e desvalida fez de Maria Rosa uma serviçal da família, a suportar, pelo bem da filha, novas humilhações.
Quem dera, porém, que tal martírio nisso apenas se resumisse!… Meses após ter chagado a Olinda, a vida de Maria Rosa tomou novo curso ao ver seu filhinha morrer de varíola.
E Maria Rosa fugiu outra vez. Agora, sozinha. Seu amor, sequer estima ou consolo. Perdera tudo o que de mais importante e valioso tivera, prova carnal e espiritual do único amor de sua vida. Partiu para o caminho que, também desta vez, lhe parecia a única e desesperada solução possível: a prostituição.
Assim foi tocando seus dias de amargura no falso esplendor da noite boêmia. Sem demora, sua saúde foi sendo minada pela tuberculose e pelas doenças venéreas. Esquálida e tísica, mais uma vez passou a ser repudiava até pelas colegas da profissão chamada de “vida fácil”. Passou, então, a pedir esmolas pelas ruas. Nas suas andanças de extrema penúria, ficou dois anos em Recife, seguindo depois de cidade em cidade até chegar, de volta, à terra natal.
Quem peregrinava, então, pelas ruas de Penedo não era a bela jovem de outrora, mas uma mulher magra, precocemente envelhecida, abatida, marcada, dilacerada pelo sofrimento do corpo e da alma. Irreconhecível, foi logo “batizada” pelo escárnio popular como MARIA MOLAMBO. Encontram – na assim os dois irmãos, levaram – na para a fazenda distante algumas léguas da cidade e lhe deram a notícia da morte dos pais e da sua inclusão na herança dos Manhães, graças à intervenção da mãe, a ultima a falecer.
Maria Rosa recebeu dos irmãos, bem se diga, toda a assistência de que necessitava em razão da sua doença. Conseguiu, por isso, recuperar parte da saúde e dar início a uma nova vida, agora dedicada à comunidade, ajudando os carentes (que não eram poucos) abandonados e desabrigados, crianças, mulheres e ancião. Sua parte na herança ela destinou a esse trabalho anônimo e a um asilo já existente em Maceió, onde passou servindo todo o seu tempo de vigília.
Foi no ano de 1857 que Maria Rosa da Conceição faleceu. Recebida no plano astral por muitos conhecidos e parentes, àqueles a quem havia beneficiado em sua vida terrena continuou a ser, agora carinhosamente, chamada de Maria Molambo.
No ano de 1900, conheceu outra mulher de grande prestígio, Maria Padilha, cujo propósito principal era a luta pela igualdade dos sexos, inspirando decisivamente as líderes feministas do plano físico. Por influência dela, aceitou convite para integrar um novo movimento religioso ainda em organização no plano astral – denominado Umbanda – Passando a liderar milhares de criaturas. Constituiu, assim, a falange de Maria Molambo, trazendo inúmeros benefícios a encarnados e desencarnados da terra brasileira.
Retirado do Livro: Maria Molambo na Sombra e na Luz – Omolubá

Pendulo- Radioestesia

PÊNDULO (RADIOESTESIA)

Autor do texto: Ana Luiza Barbosa de Oliveira.

Introdução
O termo radioestesia (ou em inglês, dowsing) vem do latim radius, radiações, e do grego aesthesis, sensibilidade, ou seja, radioestesia significa literalmente sensibilidade a radiações.

Os chamados radioestesistas alegam ser capazes de captar radiações de diversas origens, incluindo objetos inanimados (águas subterrâneas, metais preciosos,etc), seres vivos (pessoas e seus órgãos internos), e até mesmo de espíritos. Mais que isso, alegam também poder analisar estas radiações, de forma a atribuir-lhes uma qualidade positiva (benéfica) ou negativa (prejudicial).

Técnicas de radioestesia são largamente empregadas em pseudociências ou outras atividades associadas a fenômenos “paranormais”.

As alegações dos radioestesistas:
A lista de utilidades da radioestesia é impressionante. Segundo os radioestesistas, sua técnica pode ser empregada para:
pesquisa, detecção e tratamento de doenças;
prospecção de veios d’água subterrâneos (perfuração de poços artesianos);
prospecção de jazidas de pedras preciosas e de metais (ouro, prata,platina, etc.);
detecção de ondas nocivas, tais como: linhas Hartmann e linhas Curry (supostos campos de energia existentes na superfície da Terra);
correntes de água subterrâneas; condutos de água contaminada, isto é, esgotos; jazidas de metais nocivos à saúde (por exemplo, cobre e mercúrio, etc.);
antigos cemitérios, depósitos de lixo, locais de antigas prisões, hospitais, manicômios, etc.; falhas geológicas no terreno; identificação de locais onde houve grandes morticínios de pessoas (guerras, chacinas, etc.);
locais de antigos abatedouros de animais; objetos (quadros, tapetes, cortinas, móveis, etc.) geradores de energias nocivas;
na construção civil: confecção de uma planta benéfica à saúde, escolha dos materiais a serem utilizados na construção (tijolos, azulejos, etc.), detecção do melhor ponto do terreno para a edificação, melhor localização dos cômodos (escritórios) para prosperidade material e harmonia familiar (no ambiente de trabalho), etc.;
localização de objetos e de pessoas desaparecidas;
identificação de assassinos;
escolha da alimentação mais adequada segundo o temperamento da pessoa;
escolha do melhor local para a fixação de uma residência, templo, comércio, etc.;
identificação de defeitos em carros, aparelhos eletrodomésticos, etc.;
pesquisa sobre a afinidade (afetiva, intelectual, etc.) entre um grupo de pessoas (para, por exemplo, escolher um sócio para um empreendimento);
escolha de terreno e época mais adequada para o plantio de sementes;
escolha do melhor local para pastos, celeiros, estrebarias, currais, etc.;
escolha de objetos para decoração de casas, lojas, escritórios, etc., de tal forma que as energias por eles irradiadas sejam apropriadas para o local.
localizar minas terrestres (para aqueles mais corajosos…); felizmente os radioestesistas dizem que esta localização pode ser feita à distância.

Os instrumentos
Apesar de alguns radioestesistas afirmarem sentir diretamente as radiações, a maioria deles utiliza ferramentas que ajudam a focalizar esta energia. As mais comuns são as seguintes:

Pêndulos: qualquer objeto simétrico preso a um fio. Geralmente, são feitos de madeira, cristal ou metal;

Varinha ou forquilha: é a ferramenta mais comumente associada à radioestesia e consiste de uma haste em Y de madeira ou metais, sendo geralmente utilizada para a prospecção de água e metais:

Dual-rod: são duas varinhas apoiadas em um suporte, por onde o radioestesista as segura de forma a permitir sua livre rotação. Também conhecida como varinha em L, devido sua forma:
Para os radioestesistas profissionais, que exigem uma qualidade superior em seus instrumentos, existem versões mais sofisticadas, como, por exemplo, o Aurameter, anunciado como um dos mais sensíveis instrumentos do mundo.

A teoria, segundo os radioestesistas:
Como é comum entre os pseudocientistas, parte dos radioestesistas não tenta oferecer uma explicação sobre como este fenômeno funciona, dizendo que o seu mecanismo ainda não foi desvendado.

Dentre aqueles que oferecem uma explicação, esta geralmente consiste em interações entre os campos de energia e os músculos do corpo. Em outras palavras, os campos de energia causam pequenas contrações musculares, que são amplificadas pelas ferramentas de radioestesia. Como estas ferramentas apenas amplificam as vibrações captadas pelo operador, não importa de que material são feitas.

Como não poderia deixar de ser, em função da variedade de objetos e formações que podem ser localizadas pela radioestesia, vários tipos de campos energéticos foram sugeridos como possíveis candidatos para explicar os fenômenos radioestésicos, entre eles: gravitacional,eletromagnético, radioativo, sísmico (o campo de tensões próximo a fraturas, fissuras e falhas), geotérmico ou geoquímico. A forma como a energia destes campos é captada pelo nosso sistema neuro-muscular, entretanto, não é detalhada.

Por outro lado a associação Dowsers Canada oferece uma explicação alternativa: a intuição. A técnica de radioestesia é então chamada de IT (Intuition Technology), ou tecnologia da intuição, provavelmente um trocadilho com o termo tecnologia da informação, muito empregado atualmente. De acordo com a Dowsers Canada, os seres humanos funcionam como um receptor de rádio, que pode ser sintonizado a uma chamada “Força para o Bem”. Na radioestesia, então o praticante treina seu sistema muscular para funcionar como uma conexão entre a parte intuitiva de sua “equipe mente-cérebro” e uma ferramenta que indica a natureza da mensagem (como um amplificador ligado a um alto-falante). Como nossa “equipe mente-cérebro” é bastante poderosa, nós poderíamos programar os sinais resultantes. Por exemplo a “Força para o Bem” aparentemente usa um movimento circular no sentido horário (para um pêndulo) para sinalizar uma resposta positiva e um movimento anti-horário para uma resposta negativa. Através deste site, você pode comprar livros que detalham melhor a técnica, de autoria de John Living, indicado como um dos maiores especialistas mundiais no assunto.

Outro texto de John Living, disponível na Internet, ensina especificamente como localizar minas terrestres através da radioestesia. Neste caso, por se tratar de uma atividade perigosa, a correta atitude mental é bastante enfatizada. Assim, John Living diz “A intenção por trás de suas ações é crítica. Se sua intenção é ganhar dinheiro ou ser capaz de arar a terra de sua fazenda, então você está em busca de ganho pessoal, e, historicamente, Deus e os Anjos Guardiães não são a favor de que seus poderes sejam usados para ajudar objetivos egoístas.” Antes de proceder, você deve perguntar a seu pêndulo se é seguro prosseguir, já que “seu Anjo Guardião pode saber que hoje pode ser um dia ruim… Você seria muito tolo de não seguir este conselho!” Mais para a frente, John Living ensina que, como diz um antigo ditado, similar atrai similar (?!) e portanto uma vantagem extra pode ser conseguida utilizando-se uma mina desarmada como o peso de seu pêndulo, de preferência com algum explosivo ainda em seu interior. As instruções do site são bastante detalhadas, chegando a ponto de frisar que a indicação de que uma mina foi encontrada deve ser feita quando “o pêndulo estiver sobre o item, e não quando VOCÊ estiver sobre o item – se fosse uma mina e você esperasse até estar sobre ela, ela teria explodido!”

Vários sites na Internet oferecem informações para aqueles que queiram se iniciar na radioestesia. Alguns pontos de partida são a American Society of Dowsers e a British Society of Dowsers

O que dizem os céticos:
A explicação dada pelos céticos para os fenômenos da radioestesia baseam-se no chamado efeito ideomotor, isto é, a “influência da sugestão na modificação e direcionamento do movimento muscular, independente de volição [vontade consciente]“, identificado pelo psicólogo e fisiologista William B. Carpenter em 1852. Carpenter mostrou que vários fenômenos sobrenaturais possuíam uma prosaica explicação científica. Ele não negou a existência do fenômeno, nem a honestidade das pessoas envolvidas, mas apresentou uma explicação não paranormal para fenômenos como radioestesia, pêndulos e tábuas Ouija (mesa onde se pratica a “brincadeira” ou “jogo” do copo): minúsculos movimentos musculares inconscientes, produzidos por sugestão, eram responsáveis pelo movimento dos objetos envolvidos.

Apesar deste fenômeno ser conhecido e descrito ao longo de um século e meio, muitas pessoas, inclusive cientistas, o desconhecem. Apesar de ser o próprio operador que move as varinhas, pêndulos, etc, ele próprio não está consciente e atribui o fato a forças externas, radiações ou outras emanações. É interessante notar que mesmo estando consciente do efeito ideomotor, as pessoas ainda experimentam suas conseqüências, tendo em vista que ele é independente de vontade consciente

Exu 7 Catacumbas

Sério, bravo, nervoso, bondoso, não tem misericórdia de espíritos que atrapalham o sossego alheio, no entanto é um fiel protetor e grande conselheiro de todos que queiram fazer do seu mundo um lugar melhor pra se viver.

Esse poderoso Exú da Umbanda, Kimbanda e Candomblé, conhecido no Catimbó como Mestre 7 Catacumbas.

Onde ele fica pode ter certeza não fica um egum por perto.

Uma característica muito impressionante é que quando ele vai embora
arrasta consigo tudo de ruim que houver no terreiro.

Características de Mestre 7 Catacumbas
Catacumbas é um poderoso Exú da Umbanda, Kimbanda e Candomblé, conhecido no Catimbó como Mestre 7 Catacumbas.

Onde ele fica pode ter certeza não fica um egum próximo e uma característica muito impressionante é que quando ele vai embora arrasta consigo tudode ruim que houver no terreiro.

Sério, bravo, nervoso, bondoso, não tem misericórdia de espíritos que atrapalham o sossego alheio, no entanto é um fiel protetor e grande conselheiro de todos que queiram fazer do seu mundo um lugar melhor pra se viver.

Você que trabalha com o Catacumba, já recebeu seu auxílio ou mesmo se familiariza com ele venha conhecê-lo.

Deixe comentários sobre suas experiências com essa entidade,
perguntas, pontos e ajude outras pessoas na fé destes grande guardião.

Atribuições de 7 Catacumbas no plano espiritual

Catacumbas, assim como a grande maioria dos Exús, é uma espécie de policial, executante das ordens de todos os Orixás no plano mais denso.

É o mensageiro, o que entra e sai das zonas umbralinas, sem temor, assumindo uma forma ameaçadora para fazer-se respeitar.

Sem Exú a força dos Orixás não atuaria no mundo, pois são eles os operários incansáveis.

Temido por não admitir a desobediência, é ele quem aplica os castigos de quem é também guardião, fazendo, na verdade, cumprir a lei de causa e efeito e desmanchando todo tipo de magia negra.

Mesmo punindo, quando há mérito, Mestre 7 Catacumbas cura, concede maiores facilidades em alcançar o que desejamos.

É um faxineiro do astral, porque purifica os ambientes e pessoas.

É comum ver-se suas legiões preocupadas em alertar contra males, jamais trabalhando contra a lei divina do amor.

O Mundo de Sete Catacumbas

Há vários equívocos envolvendo Exús e Pomba-giras.

Alguns deles referem-se às suas funções como foi falado em outras postagens.

Mas também se faz muita confusão a respeito de nomes, faixas de vibração ou melhor, domínio onde encontramos a energia de vibração para entrarmos em contato com certas entidades.

Algumas vezes vamos a um determinado centro ou terreiro no qual nos dizem que nosso guia, caboclo, mentor ou Exú possui tal ou tal nome.

Mais tarde ao sermos atendidos em outro terreiro nos dão um nome diferente do primeiro.

Vamos tentar tirar a dúvida do por que disto acontecer com tanta freqüência.

Para isso é preciso entender que os Exús não são obrigados a conhecerem todos entre si.

Pois possuem funções semelhantes dentro do plano espiritual.

Mas como em uma grande empresa não há como conhecer todos os colegas de diversos setores e funções.

Eles são trabalhadores das faixas umbralinas e de regiões que se localizam entre o mundo material e espiritual.

Podendo cada um ter passagem livre para qualquer uma das faixas de
vibração menos densa que a sua.

Mas podendo exercer toda força da sua energia somente dentro do campo ao qual está designado a trabalhar.

Podemos citar algumas dessas faixas para facilitar o entendimento, mas isso não vai traduzir na integra a grandiosidade e a complexidade dessa região do plano astral.

No primeiro plano teríamos os Exús Ciganos, de Rua,Encruzilhadas e Exús das Matas, que são verdadeiros pára-médicos socorristas, são eles que dão os primeiros socorros ou ficam de prontidão observando desencarnados errantes, enquanto comprem ao mesmo tempo o trabalho de senhores do sofrimento cármico de acordo com o merecimento de cada um.

São eles que assustam e amedrontam, tornando o estágio errante ainda mais aterrorizador, daí sua aparência séria e sua conduta às vezes até mesmo algoz.

Por outro lado auxiliam ao perceberem o real arrependimento e desejo de melhorar-se.

Costumo dizer que quem vai trabalhar com estudantes leva livros, quem vai trabalhar com doentes leva remédios, mas quem vai trabalhar com “bandidos” vai armado.

Se os Exús cumprindo sua função espiritual tentassem aplicar as lições que só o sofrimento ensina com uma aparência menos austera do que aquelas que usam, seriam como uma professora que não impõe respeito, disciplina e energia a alunos levados.

Sendo assim não poderiam apresentar-se de forma diferente.

Tudo isso é uma espécie de uniforme de trabalho.

Se partirmos do principio de que nenhum deles exerce a função no lugar onde habitam por obrigação, mas sim por vontade e pelo simples desejo de auxiliar nosso desenvolvimento espiritual, compreenderemos o grande amor que cada um possui dentro de si.

Assim como temos os Exús Ciganos, de Rua, Exús das matas e tantos outros que vibram dentro de uma freqüência que se localiza em pontos de energia entre o nosso mundo material e o mundo espiritual como num duplo etérico do nosso planeta, temos também os Exús de almas,
cemitério ou Kalunga, o que é o caso do Exú Caveira, Maria Padilha das Sete Catacumbas, Maria Mulambo, Maria Quitéria, Exú Sete Catacumbas, Sete Liras (Lúcifer) e tantos outros.

A função dos Exús de almas é vibrar com uma freqüência tão densa que podem ir e vir das áreas mais profundas das zonas umbralinas.

Enquanto os Exús de rua vibram em áreas localizadas em regiões mais próximas a nós, socorrendo os desencarnados errantes.

Os Exús de almas mantêm espíritos de vibrações primitivas, presos a seus carmas umbralinos enquanto isso for necessário para seu aprendizado.

Todos os Exús são onipresentes, ou seja, podem fazer-se presentes em um local e através do pensamento ir e vir e também fazerem-se sentidos e ouvidos em outros lugares ao mesmo tempo.

Aqui é importante ressaltar que Exús de Rua vibram numa freqüência que varia da sua faixa de vibração até nosso universo material, enquanto que os Exús da entrada umbralina relaciona-se ao portão da Kalunga ou cemitério, aos quais chamamos aqui de Falange das
Caveiras.

Eles podem vibrar das primeiras faixas densas do Umbral onde habitam até nosso universo material, no entanto não adentram as faixas mais densas as quais pertencem aos Exús das faixas mais profundas.

Se pudéssemos comparar o Umbral a um edifício subterrâneo de nove imensos andares, Sete Catacumbas estaria trabalhando em uma freqüência localizada no terceiro andar de baixo para cima, ficando as outras duas últimas sobre a guarnição das falanges de Lúcifer
(Exú 7 Liras) e Omolu (muito confundido com o Xapanã do Batuque e Obaluaiê do Candomblé).

Estes possuem livre passagem em todas as faixas e assim chegam a nós.

Daí a confusão muitas vezes criada onde certa entidade “erra” o nome do Exú de alguém.

Um Exú de Rua teria perfeitas condições de reconhecer outro Exú da mesma faixa sem margens de erros.

Mas no momento que tentar identificar um Exú que vibra em uma região
inferior apenas acertaria o povo, Kalunga por exemplo, mas dificilmente conseguiria identificar com exatidão nome da falange que ele representa.

Pois não tem um contato direto com ela, a não ser que esta esteja já em um estágio de afinidade e com o médium já desenvolvido.

Sete Catacumbas e o Catimbó

Catimbó é uma miscigenação da feitiçaria européia acrescida grandemente por diversos elementos do cristianismo que chegando ao Brasil foi se misturando aos cultos de raízes indígenas e africanas.

O Catimbó cultua santos católicos e também possui uma rica a simbologia baseada em tradições indianas, egípcia e greco-romana.

No Norte do Brasil o Catimbó baseia-se no culto em torno da planta Jurema, onde essa erva é seu principal elemento, mas em todo
país cada um dos Mestres possui um erva de fundamento.

Se tivermos que caracterizar qual é o principal objeto de culto não há dúvida que são as ervas, pois não há dúvida que o Catimbó é xamanista com muita práticas de pajelança, mas é baseado em Mestres, apesar de os Caboclos também participarem.

O Catimbó não é muito diferente ou melhor que outros cultos, como por exemplo os de origem afro-brasileira e não se pode dizer que suas entidades sejam de nível superior ou inferior aos guias da Umbanda (incluindo orixás).

Há também a manifestação de entidades da Kimbanda como Zé Pilintra, Maria Quitéria e Sete Catacumbas, todos em notável estado de
evolução e maturidade espiritual com grande sabedoria e facilidade de aconselhamentos, desobsessão, indicação de ervas medicinais e limpezas espirituais e curas materiais.

No Catimbó São Jerônimo é São Jerônimo e Xangô é Xangô.

São Jorge é São Jorge e não Ogum.

Existem muitas semelhanças em relação às giras, mas as essências são outras.

Os Mestres são Senhores da sua magia e não há hierarquia havendo muito respeito de um mestre para com outro mesmo para uma entidade irreverente como Zé Pelintra.

Sete Catacumbas vêm com toda força das práticas da sua cultura original e a sabedoria da Cabala Egípcia.

Qualquer mestre que fora adotado ou inserido com o tempo em cultos
umbandistas ou afro-brasileiros sentem-se totalmente “em casa” em um culto de catimbó, pois ali poderá ser ele mesmo sem regras ou dogmas dos quais se revestem em outros cultos.

O Catimbó pode ser considerado o avô da Umbanda, tem mais de 400 anos e a Umbanda quase 100 anos.

O Catimbó desenvolveu-se de forma paralela, mas independente das outras religiões no Brasil.

Os passes da Umbanda vêm da fumaçada feita com cachimbos e charutos invertidos que já existia no Catimbó.

É uma reunião alegre e festiva quando em sua forma de roda (ou gira), mas, pela falta da corrente doutrinária formal vários formatos serão encontrados, dependendo da “ciência”, vidência, maturidade e ética de quem o dirige.

Maria Padilha das Sete Catacumbas

Vativa ficou totalmente arrepiada quando ouviu o que a bruxa lhe disse:

- Precisamos do sangue de um inocente!

- Sua mente imediatamente focalizou a imagem de Yorg, seu pequeno filho de apenas três anos.

Seus pensamentos vagaram por alguns instantes enquanto a mulher remexia em um pequeno caldeirão de ferro.

Estava ali por indicação de uma vizinha que conhecia o problema pelo qual estava passando.

Era casada, não tinha queixas do marido, mas de repente parece que uma loucura apoderou-se dela.

Apaixonara-se por um rapazote de dezessete anos, ela uma mulher de trinta, bela e fogosa não resistira aos encantos do adolescente e sua vida transformou-se em um inferno.

Já traíra seu marido algumas vezes, mas desta vez era algo fora do comum, não conseguia conceber a vida longe do rapaz.

Conversando com a vizinha, a quem contava tudo, esta aconselhou:

- Vá falar com a bruxa Chiara ela resolve o assunto para você.

- Pensou durante alguns dias e não resistiu, foi procurar pela feiticeira.

O ambiente era horrível e a aparência da mulher assustadora, alta, muito magra, com apenas dois dentes na boca, vestia-se inteiramente de preto e fora logo dando a solução:

- Vamos matar seu marido, aí você fica livre e se muda para outro povoado, bem distante, levando seu amante!

- Vativa ficou assustada, não era essa a idéia. Não tinha porque matar seu marido. Não havia um jeito mais fácil?

- De forma alguma, se o deixarmos vivo, quem morre é você! Mas não se preocupe eu cuido de tudo.

- Foi aí que ela falou do sangue inocente.

- A senhora está tentando dizer que tenho que sacrificar meu filho?

- Para fazer omelete, quebram-se ovos…

Vativa não estava acreditando, a mulher dizia barbaridades e sorria cinicamente.

Levantou-se e saiu correndo apavorada.

A risada histérica dada por Chiara ainda ecoava em seus ouvidos quando chegou a casa.

Desse dia em diante suas noites tornaram-se um tormento, bastava fechar os olhos para ver aquele homem (Sete Catacumbas) todo de preto que a apontava com uma bengala:

- Agora você tem que fazer!

- Em outras ocasiões ele dizia:

- Você não presta mesmo, nunca prestou!

- Vativa abria os olhos horrorizados e não conseguia mais dormir.

Uma noite, já totalmente transtornada com a aparição freqüente, saiu gritando pela casa.

Ouvindo os gritos da mãe o pequeno Yorg acordou e desatou a chorar.
Sem saber como, a faca apareceu em sua mão.

- Cale a boca garoto dos infernos!

- A lâmina penetrou por três vezes no pequeno corpo.

Retomando a consciência não suportou a visão do crime cometido e caiu desmaiada.

Na queda, a vela que iluminava o pequeno ambiente caiu-lhe sobre as vestes e em pouco tempo o fogo consumia tudo.

Por muitos anos o espírito de Vativa vagou até conseguir a chance de evoluir junto a um grupo de trabalhadores de esquerda, mas se há uma coisa que ela odeia é relembrar o fato, por isso poucas vezes o comenta.

Com posto garantido na falange do cemitério detesta ser lembrada
para amarrações e perde a compostura quando há um pedido do gênero.

Hoje todos a conhecem pela grandeza dos trabalhos que pratica na linha da guardiã Maria Padilha das Sete Catacumbas ao lado do Senhor Exú das Sete Catacumbas,pois todo médium que recebe Seu Sete recebe também Maria Padilha das Sete Catacumbas em algumas ocasiões, caso contrário após muito tempo recebendo somente Seu Sete
passa a sentir-se pesado.

Saravá Maria Padilha das Sete Catacumbas!

A denominação “Exu”, acrescida de títulos identificadores, refere-se a espíritos tanto masculinos quanto femininos; estes últimos, mulheres desencarnadas, são as famosas pombas-giras.

Existe uma hierarquia de Exus com seus respectivos Reinos, chefes e subordinados aos quais relacionam-se atribuições mais ou menos específicas.

São 7 reinos Reinos; cada Reino possui 9 povos, num total de 63 povos de Exu. São eles * [DOS VENTOS, Mario. Na Gira do Exu: The Brazilian Cult of Quimbanda. [Trad. Ligia Cabús], p 35]:

1.Reino das Encruzilhadas

Chefiado por Exu Rei das Sete Encruzilhadas e Pombagira Rainha das Sete Encruzilhadas, governa todas as passagens dos Exus que ali trabalham.

Sua função principal é abrir os caminhos para os outros Guias chegarem e também para os filhos e fregueses.

Os seguintes povos pertence a este reino:

Povo da Encruzilhada da Rua – Chefe Exu Tranca-Ruas

Povo da Encruzilhada da Lira – Chefe Exu Sete Encruzilhadas

Povo da Encruzilhada da Lomba – Chefe Exu das Almas

Povo da Encruzilhada dos Trilhos- Chefe Exu Marabô

Povo da Encruzilhada da Mata – Chefe Exu Tiriri.

Povo da Encruzilhada da Kalunga – Chefe Exu Veludo

Povo da Encruzilhada da Praça – Chefe Exu Morcego

Povo da Encruzilhada do Espaço – Chefe Exu Sete Gargalhadas

Povo da Encruzilhada da Praia – Chefe Exu Mirim

2.Reino dos Cruzeiros
Chefiado pelo Exu Rei dos Sete Cruzeiros e Pombagira Rainha dos Sete Cruzeiros, governa todas as passagens dos Exus que trabalham nos cruzeiros (não confundir com encruzilhada).

Os seguintes povos pertencem a este reino:

Povo do Cruzeiro da Rua – Chefe Exu Tranca Tudo

Povo do Cruzeiro da Praza – Chefe Exu Kirombó

Povo do Cruzeiro da Lira – Chefe Exu Sete Cruzeiros

Povo do Cruzeiro da Mata – Chefe Exu Mangueira

Povo do Cruzeiro da Calunga – Chefe Exu Kaminaloá

Povo do Cruzeiro das Almas – Chefe Exu Sete Cruzes

Povo do Cruzeiro do Espaço – Chefe Exu 7 Portas

Povo do Cruzeiro da Praia – Chefe Exu Meia Noite

Povo do Cruzeiro do Mar – Chefe Exu Calunga (Calunga grande)

3.Reino das Matas

Chefiado pelo Exu Rei das Matas e Pombagira Rainha das Matas.

Governa todos os Exus que trabalham nas matas ou locais que tenham árvores a exceção do Cemitério, que pertence a outro reino.

São os povos deste reino:

Povo das Árvores – Chefe Exu Quebra Galho

Povo dos Parques – Chefe Exu das Sombras

Povo da Mata da Praia – Chefe Exu das Matas

Povo das Campinas – Chefe Exu das Campinas

Povo das Serranias – Chefe Exu da Serra Negra

Povo das Minas – Chefe Exu Sete Pedras

Povo das Cobras – Chefe Exu Sete Cobras

Povo das Flores – Chefe Exu do Cheiro

Povo da Sementeira – Chefe Exu Arranca Tôco

4.Reino da Calunga Pequena (Cemitério)

Governado pelo Exu Rei das Sete Calungas ou Calungas e Pombagira Rainha das Sete Calungas.

Esses Exus também são chamados pelo nome de Rei e Rainha dos Cemitérios.

Geralmente quando se diz “calunga” nas giras de Quimbanda é para nomear ao cemitério.

Trabalham neste reino todos os Exu que moram dentro dos cemitérios. Pertencem a este reino:

Povo das Portas da Kalunga.- Chefe Exu Porteira

Povo das Tumbas.- Chefe Exu Sete Tumbas

Povo das Catacumbas.- Chefe Exu Sete Catacumbas

Povo dos Fornos.- Chefe Exu da Brasa

Povo das Caveiras.- Chefe Exu Caveira

Povo da Mata da Kalunga.- Chefe Exu Kalunga (conhecido também como Exu dos Cemitérios)

Povo da Lomba da Kalunga.- Chefe Exu Corcunda

Povo das Covas – Chefe Exu Sete Covas

Povo das Mirongas e Trevas – Chefe Exu Capa Preta (conhecido também como Exu Mironga)

5.Reino das Almas

Chefiado por Exu Rei das Almas, Omulu e Pombagira Rainha das Almas ou Rei e Rainha da Lomba, Governam todos os Exus que trabalham em locais altos.

Os Exus deste reino também trabalham em hospitais, morgues, etc..
São deste reino:

Povo das Almas da Lomba – Chefe Exu 7 Lombas

Povo das Almas do Cativeiro- Chefe Exu Pemba

Povo das Almas do Velório- Chefe Exu Marabá

Povo das Almas dos Hospitais – Chefe Exu Curadô

Povo das Almas da Praia – Chefe Exu Giramundo

Povo das Almas das Igrejas e Templos .- Chefe Exu Nove Luzes

Povo das Almas do Mato – Chefe Exu 7 Montanhas

Povo das Almas da Kalunga – Chefe Exu Tatá Caveira

Povo das Almas do Oriente – Chefe Exu 7 Poeiras

6. Reino da Lira

Os chefes deste reino são muito mais conhecidos por seus nomes sincréticos: Exu Lúcifer e Maria Padilha.

Seus nomes quimbanda: Exu Rei das Sete Liras e Rainha do Candomblé (ou Rainha das Marias).

Os apelidos referem-se à sua afinidade com a dança, a música e a arte (lira e candomblé).

Dentro do reino da Lira, que também às vezes é chamado “reino do candomblé” não pelo culto africano aos orixás, mas por ser essa palavra, “Lira”, relacionada de dança e música ritual.

Trabalham aqui todos os Exus que têm afinidade com a arte, a música, poesia, boemia, artes ciganas, malandragem, etc..

Pertencem a este reino:

Povo dos Infernos – Chefiado por Exu dos Infernos

Povo dos Cabarés – Chefiado por Exu do Cabaré

Povo da Lira – Chefiado por Exu Sete Liras

Povo dos Ciganos – Chefiado por Exu Cigano

Povo do Oriente – Chefiado por Exu Pagão

Povo dos Malandros – Chefiado por Exu Zé Pelintra

Povo do Lixo – Chefiado por Exu Ganga

Povo do Luar – Chefiado por Exu Malé

Povo do Comércio – Chefiado por Exu Chama Dinheiro

* Lira é, também, uma cidade africana, que fica nas fronteiras orientais do Reino Baganda, atualmente, região de Kampala, capital de Uganda – África. Esta referência parece ser mais precisa no que se refere à denominação Reino da Lira.

7. Reino da Praia

Governado por Exu Rei da Praia e Rainha da Praia.

Inclui todos os Exus que trabalham nas praias, perto das águas ou dentro delas, salgadas ou doces.

São seus povos:

Povo dos Rios – Chefiado por Exu dos Rios

Povo das Cachoeiras – Chefiado por Exu das Cachoeiras

Povo da Pedreira – Chefiado por Exu da Pedra Preta

Povo do Marinheiros – Chefiado por Exu Marinheiro

Povo do Mar – Chefiado por Exu Maré

Povo do Lodo – Chefiado por Exu do Lodo

Povo dos Baianos – Chefiado por Exu Baiano

Povo dos Ventos – Chefiado por Exu dos Ventos

Povo da Ilha.- Chefiado por Exu do Côco

Os sete reinos referem-se aos sete caminhos que uma pessoa deve percorrer ao longo de sua vida, sete vivências que são experimentadas, sete metas a serem cumpridas:

1. Desenvolvimento da Espiritualidade

2. A relação com as coisas materiais

3. O nascimento das crianças, os filhos, a reprodução

4. A riqueza, a prosperidade e a saúde

5. O trabalho físico em todos os seus aspectos

6. O prazer em geral

7. O amor em todas as suas manifestações

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