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Archive for the ‘Curiosidades’ Category

curiosidades de yemanja

1. Yemanjá AWOYÓ:
A primogênita. A mais velha das Yemanjás e dos mais ricos trajes; usa sete saias para guerrear e defender seus filhos. Ela vive distante no mar e repousa na lagoa; come carneiro e, quando sai a passeio, usa as jóias de Olokum e coroa-se com Oxumarê, o arco-íris.

2. Yemanjá OKETÉ (OGUTÉ, OKUTÍ ou KUBINI)
É a guardiã de Olokum. A do azul pálido (claro), está nos arrecifes da costa (porteira de Olokum). Encontra-se tanto no mar, no rio, na laguna, quanto na mata. Yemanjá, nesta qualidade, é mulher do deus da guerra e dos ferros, OGUM. Come (recebe sacrifícios) em sua companhia e os aceita tanto no mar quanto no matagal. Quando guerreia leva pendentes da cintura o facão e as demais ferramentas de Ogum. Ela trabalha muito, é severa, rancorosa e violenta. É uma temível amazona.

3. Yemanjá MAYALEO ou MAYELEWO:
Mora nos bosques, em um pequeno poço ou manancial, que sua presença torna inesgotável. Nesse caminho, assemelha-se à sua irmã Oxum Ikolé, porque é feiticeira. Tem estreitas ligações com Ogum. Tímida e reservada, incomoda-se quando se toca o rosto de sua iaô e retira-se da festa.

4. Yemanjá AYABÁ ou ACHABÁ
Nesta qualidade, Yemanjá é perigosíssima, sábia e muito voluntariosa. Usa no tornozelo uma corrente de prata. Seu olhar é irresistível e seu ar é altaneiro. Foi mulher de Orunmilá, e Ifá sempre acata sua palavra. Para ouvir seus fiéis costuma ficar de costas. Suas amarrações jamais podem ser desatadas.come carneiro macho castrado vem sempre pelos caminhos de nana , saponna e xango.um orixa belo mais porem que nescessita sempre de uma boa atenção para que não se faça nanã em vez de sabá

5. Yemanjá KONLÉ ou KONLÁ:
A da espuma. Está na ressaca da maré; enreda e envolta em um mato de algas e limo. Por ser navegante, vive nas hélices dos barcos.

6. Yemanjá AKUARA:
A das duas águas – Yemanjá na confluência de um rio. Ali encontra-se com sua irmã Oxum. Mora na água doce, gosta de dançar, é alegre e muito correta; Não pratica malefícios. Cuida dos doentes, prepara remédios, amarra abicus.

7. Yemanjá ASESU:
É a mensageira de Olokum, a da água turva, suja. Muito séria e trabalhadora.; vai no esgoto, nas latrinas e cloacas. Recebe suas oferendas na companhia dos mortos. É muito lenta em atender seus fiéis, pois conta meticulosamente as penas do pato a ela sacrificado, e caso se engane na conta, começa de novo e essa operação se prolonga indefinidamente.e um caminho que deverar ser muito pesquizado,pois caminha sempre com alguma qualidade de oya de bale deixando muitas as vezes seus filhos padecerem com influencias de egun,um orixa prospero quando bem iniciado,cabe lembrar que esse caminho nao se faz em tres ou 7 dias como vem acontecendo na atualidade.
iku ike obarainan

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Efun

Efun é uma cerimonia ritualística que consiste em pintar a cabeça raspada e o corpo de um iniciado, com circulos ou pontos, e com traços tribais, feitos com giz, também conhecido como pemba durante a iniciação. Na primeira saida (saida de Oxalá) do iniciado (Iaô), a pintura é toda branca. Na segunda costuma-se usar a côr preferida do seu orixá de cabeça.Para essa pintura usa-se giz dissolvido em água, com um pouco de goma arábica. Depois da dança a pintura é removida com um banho de ervas sagradas.
Efun na língua iorubá é cal, giz. No culto de Obatalá ( Oxalá) , na África este é representado por bolos redondos de giz – sésé – efun ( xexé efun ) , bem como outros objetos brancos. Efun também significa cal. E cal é ” lime ” em inglês , que também é limo. O chamado ” limo” da Costa para representar Oxalá acaba sendo confundido devido ao uso errôneo das palavras. O cal ou gesso, , segundo as tradições africanas, é o material para o “assentamento”, que é a implantação do orixá no iaô e no seu fetiche.Dicionário de cultos Afro. Brasileiros Olga Gudolle Cacciatore nome jeje-nago dado a vários tipos de pó, utilizados nos rituais afro brasileiro.
Efun mineral: é um pó retirado de calcário, que são encontrados na natureza em várias cores, também chamada de tabatinga. É utilizado na feitura de santo que serve para pintar o corpo do neófito, chamada de efum fum (pó branco).
Efun vegetal: é um pó retirado de frutos tipo: obi, orobo, aridan, pichurin, nós-moscada e folhas sagradas. A mistura do efun mineral e o efum vegetal recebe o nome de atin e só deve ser preparada pela iyaefun ou iyalorixa. A farinha de mandioca é chamada naturalmente de efun nos terreiros de candomblé.

Efun animal: é um pó retirado de ossos e cartilagens dos animais utilizados em sacrifícios aos orixás. Esta extração deve ser feita pelo axogun ou babalorixá, entrando na preparação de assentamento de orixa.
Efun (barro branco encontrado no fundo dos rios); foi o primeiro condimento utilizado antes da introdução do Sal. Muito usado em Ebos elaborados para aos Orisa-funfun (Orisa’s dos primórdios). O efun simboliza o Dia, por isso, quando em pó, seja soprado ou friccionado seco é utilizado com o objetivo de expandir, vitalizar, iluminar, clarear, despertar, avivar. Já o Efun molhado com água pura ou com o soro do Igbin é utilizado para acalmar, tranqüilizar, adormecer, suavizar, abrandar, repousar, proteger. Por isso que a cabeça do Yawo em reclusão deve permanecer coberta de pó de Efun o Dia, e durante a noite coberta com Waji e pequenas marcas de Efun.

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photo

São-Francisco-de-Assis

No dia 4 de outubro celebramos São Francisco de Assis, que nasceu na cidade de Assis, na Itália, em 1181 (ou 1182). Filho de um rico comerciante de tecidos, Francisco tirou todos os proveitos de sua condição social vivendo entre os amigos boêmios.

Tentou, como o pai, seguir a carreira de comerciante, mas a tentativa foi em vão.

Sonhou então, com as honras militares. Aos vinte anos alistou-se no exército de Gualtieri de Brienne que combatia pelo papa, mas em Spoleto teve um sonho revelador: Foi convidado a trabalhar para “o Patrão e não para o servo”.

Suas revelações não parariam por aí. Em Assis, o santo dedicou-se ao serviço de doentes e pobres. Um dia do outono de 1205, enquanto rezava na igrejinha de São Damião, ouviu a imagem de Cristo lhe dizer: “Francisco, restaura minha casa decadente”.

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O chamado, ainda pouco claro para São Francisco, foi tomado no sentido literal e o santo vendeu as mercadorias da loja do pai para restaurar a igrejinha. Como resultado, o pai de São Francisco, indignado com o ocorrido, deserdou-o.

Com a renúncia definitiva aos bens materiais paternos, São Francisco deu início à sua vida religiosa, “unindo-se à Irmã Pobreza”.

A Ordem dos Frades Menores teve início com a autorização do papa Inocêncio III e Francisco e onze companheiros tornaram-se pregadores itinerantes, levando Cristo ao povo com simplicidade e humildade.

O trabalho foi tão bem realizado que, por toda Itália, os irmãos chamavam o povo à fé e à penitência. A sede da Ordem, localizada na capela de Porciúncula de Santa Maria dos Anjos, próxima a Assis, estava superlotada de candidatos ao sacerdócio. Para suprir a necessidade do espaço, foi aberto outro convento em Bolonha.

Um fato interessante entre os pregadores itinerantes foi que poucos, dentre eles, tomaram as ordens sacras. São Francisco de Assis, por exemplo, nunca foi sacerdote.

Em 1212, São Francisco fundou com sua fiel amiga Santa Clara, a Ordem das Damas Pobres ou Clarissas. Já em 1217, o movimento franciscano começou a se desenvolver como uma ordem religiosa. E como já havia ocorrido anteriormente, o número de membros era tão grande que foi necessária a criação de províncias que se encaminharam por toda a Itália e para fora dela, chegando inclusive à Inglaterra.

Sua devoção a Deus não se resumiria em sacrifícios, mas também em dores e chagas. Enquanto pregava no Monte Alverne, nos Apeninos, em 1224, apareceram-lhe no corpo as cinco chagas de Cristo, no fenômeno denominado “estigmatização”.

Os estigmas não só lhe apareceram no corpo, como foram sua grande fonte de fraqueza física e, dois anos após o fenômeno, São Francisco de Assis foi chamado ao Reino dos Céus.

Autor do Cântico do Irmão Sol, considerado um poeta e amante da natureza, São Francisco foi canonizado dois anos após sua morte.

Em 1939, o papa Pio XII tributou um reconhecimento oficial ao “mais italiano dos santos e mais santo dos italianos”, proclamando-o padroeiro da Itália.

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ORI

Ori é o deus portador da individualidade de cada ser humano. Representa o mais íntimo de cada um, o inconsciente, o próprio sopro de vida em sua particularização para cada pessoa. Ori mora dentro das cabeças humanas, tornando cada um aquilo que é.

Como ao morrer, a cabeça de uma pessoa não é separada para o enterro, Ori é conhecido como aquele que pode fazer a grande viagem sem retorno, pois os outros orixás, mesmo quando morrem seus filhos, são libertados da cabeça (Ori) e retornam ao Orun (céu, ou mundo exterior).

À cerimónia de equilíbrio do Ori dá-se o nome de Bori (bo = oferenda, ori = cabeça => dar oferenda para a cabeça, fortalece-la). Não se deve no entanto confundir Bori com Iniciação. O Bori pode ser feito em qualquer momento e não implica qualquer vínculo com o Orixá ou com a casa.

Durante o processo iniciático a primeira entidade a ser equilibrada é justamente o Ori, a individualidade pessoal, para que a pessoa não se transforme num mero espelho do orixá.

Um dos mitos sobre Ori diz que ele pode depois de enterrado voltar ao Orum, levado por Nanã ou Ewá. Diz este mito que um dia Ori percebeu que era o momento de nascer outra vez e foi falar com Olorum, o Universo, solicitando permissão para nascer na mesma família em que havia nascido antes. Olorum permitiu, com a condição de que apenas ele, Olorum, pudesse conhecer o dia de sua morte, sem que Ori pudesse opinar sobre esta questão e que o destino de Ori só pudesse ser mudado quando Ifá fosse consultado.

Este orixá não tem características estéticas pois não incorpora. Apenas é cultuado juntamente com os orixás, possuindo um número no jogo de búzios onde “fala”.

A quizila de Ori é a mentira.

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Sarah La Kali

Sarah la Kali

A primeira menção histórica a respeito de Sarah la Kali foi encontrada em um texto escrito em 1521, por Vincent Philippon intitulado, A Lenda das Santas-Marias. Suas páginas manuscritas encontram-se agora na biblioteca de Arles. Nesta versão da lenda, Sarah vivia em Camargue, sul da França (sem mais detalhes) entre ciganos do clã Sinte.

De acordo com outra narrativa, Sarah era de nascença uma egípcia e foi para a Palestina como escrava de José de Arimatéia. Este, que no ano 50 d.C empreendeu fuga da perseguição romana aos cristãos, viajando através do mar em uma pequena embarcação acompanhado de Maria Jacobina (irmã de Maria de Nazaré), Maria Salomé(mãe dos apóstolos João e Tiago) e Maria (mãe de). Eles se depararam com uma tempestade severa e segundo essa versão da lenda, Sarah guiou a todos, por meio da leitura das estrelas, para a costa distante, no sul da França.

Em outra lenda que nós, ciganos Sinte, acreditamos muito mais …Sarah la Kali foi uma cigana que estava acampada na costa ao sul da França, quando o barco em questão se aproximou. E o contato entre ela e as “marias vindas do mar” se deu da seguinte forma: de acordo com Franz Ville, autor do livro (Tziganes, editado em Bruxelas 1956): ” Uma de nossa gente foi quem recebeu a primeira revelação e essa pessoa foi Sarah la Kali. Nascida em uma família cigana, Sarah la Kali foi a pessoa principal de seu clã em Rhone (antigo nome da atual cidade de Saint Marie de La Mer). Ela foi escolhida como sacerdotisa-iniciada nos elementos Terra, Água e Ar e é por esse motivo que se vestia de preto, daí seu nome Sarah la Kali (em Romanês, Kali significa preto). Conhecedora de todos os segredos a ela transmitidos, e diga-se de passagem eram muitos os segredos; pois nós, ciganos, a esse tempo já conhecíamos os fundamentos de várias religiões e dominávamos várias formas de ocultismo. Nessa época uma vez por ano, os ciganos Sinte colocavam em seus ombros a estátua de ISHTAR (a filha da Lua) e entravam no mar para receber suas bençãos ( fato que atualmente ocorre com a imagem de Sarah la Kali). Ainda há registros nas tradições orais em Romani desta parte da lenda:
” um dia Sarah la Kali teve visões que a informaram: as “marias” que estiveram presentes à morte deJesus viriam para sua região e que ela as ajudaria. Sarah viu-as chegando em um barco. O mar estava bravio e ameaçava afundar a embarcação. Sarah lançou seu lenço nas ondas e, usando o mesmo, caminhou sobre as águas ajudando as “marias” a desembarcarem em segurança.


Image Detail

ORAÇÃO PARA SANTA SARA KALI – Em Romani

“Manglimos Katar e Icana Sara Kali

Tu Ke San Pervo Icana Romli Anelumia
Tu Ke Biladiato Le Gajie Anassogodi Guindiças
Tu Ke daradiato Le Gajie, Tai Chudiato Anemaria
Thie Meres Bi Paiesco Tai Bocotar Janes So Si e Dar,
E Bock, Thai O Duck Ano Ilô Thiena Mekes Murre Dusmaia
Thie Açal Mandar Thai Thie Bilavelma
Thie Aves Murri Dukata Angral O Dhiel
Thie Dhiesma Bar, Sastimôs
Thai Thie Blagois Murrô Traio
Thie Diel O Dhiel.”

Oração

Tu que és a única Santa Cigana do Mundo.
Tu que sofrestes todas as formas de humilhação e preconceitos.
Tu que fostes amedrontada e jogada ao mar.
Para que morresses de sede e de fome.
Tu sabes o que é o medo, a fome, a mágoa e a dor no coração.
Não permitas que meus inimigos zombem de mim ou me maltratem.
Que Tu sejas minha advogada perante à Deus.
Que Tu me concedas sorte, saúde e que abençoe a minha vida.
Amém 


continuacao:

CONTINUACAO

 

A bem da verdade Saintes-Maries-de-la- Mer , ou “santas marias do mar “, é uma pequena vila de pescadores localizada no centro-sul da costa do mediterrâneo, França, na região de Camargue de Bouches-du-Rhone. Escavações arqueológicas e lendas locais indicam que a região tem sido venerada como um lugar sagrado por uma sucessão de culturas, incluindo os celtas, romanos, cristãos e, mais recentemente, nós, os ciganos. Uma vez que era o local sagrado da deusa tríplice celta – ligada às águas ( a deusa tríplice é o cerne das religiões pagãs e está presente em diversas culturas). Na cultura celta, há várias deusas que assumem esse papel de deusa tríplice, trazendo em si as três fases da vida: nascimento, crescimento e morte. São representadas por uma mulher que traz em si a adolescente, a mãe e a anciã. O três ou a tríade, antes mesmo de ser usado no Cristianismo, era a base da magia e religião celta, pois se baseava não só nas três fases da vida, mas também nas estações (que no início eram contadas como três – sendo que uma dependia da Terra, outra da Água e a última do Ar ). Em época celta a cidade possuía uma deusa da primavera conhecida pelo nome de Oppidum Priscum Ra. A adoração a deusa tríplice da água foi substituída por templos romanos dedicados a Artemis, Cibele e Ísis. Já em 542 dC, a cidade era conhecida como Saintes-Maries-de-la-Barca, em 1838, recebeu seu nome atual: o de “Saint Maries de la mer”. Fontes históricas mencionam uma igreja do século 9 construída na vila, mas muito pouco se sabe sobre a história da cidade antes do século 14, por causa de sua localização remota. Não se sabe exatamente quando e por que a igreja da vila se tornou o local mais sagrado dos ciganos”manushes” , algum tempo após sua chegada na Europa no início dos anos 1400.

Outros aspectos de Sarah la Kali: 
Quando nas lendas aparece a referência de que ela foi escolhida como sacerdotisa iniciada, na realidade isso equivale a dizer: ela era a personificação de uma Shakti. E dentro dos conceitos atávicos que trouxemos do norte da Índia, como personificação de uma Shakti, Sarah la Kali exercia a proteção dos oprimidos e perseguidos e é por isso que alguns clãs ciganos peregrinam rumo ao “santuário” de Sarah la Kali, em Saint Marie de la Mer, na França.

Nicolas Ramanush

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Esta seria a visão aproximada que as “Marias” tiveram do Mar Mediterrâneo para a região onde, conforme reza a lenda, estavam os ciganos e Sarah la Kali e que atualmente encontra-se a Catedral.

Esta seria a visão aproximada que as “Marias” tiveram do Mar Mediterrâneo para a região onde, conforme reza a lenda, estavam os ciganos e Sarah la Kali e que atualmente encontra-se a Catedral.O pequeno Rhône é um dos braços de um rio que deságua no Mediterrâneo, tem 68 km , sua profundidade varia 2 a 5 metros e sua largura entre 60 e 150 metros. Aqui navegávamos em suas águas calmas e viamos o famoso Rancho Reynaud. Um dos mais antigos e importantes da região na criação de touros de Camargue.

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Arroz de Camargue

 

 

Nesta foto você pode ver os campos de arroz, à margem do petit Rhône. O arroz é plantado em maio e colhido em setembro. Reparem que já havia alguns brotos. O arroz de Camargue é famoso no mundo inteiro pois é cultivado em água salgada que dá a ele um sabor diferenciado.

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Essa vegetação é chamada de Salicórnia elas são cheias de água, óleo e sal. É usada como tempero e chamada de “sal verde”.

 

Você pode ver na foto acima que a Cripta de Sarah la Kali situa-se logo abaixo do altar principal , e não do lado de fora da Catedral como muita gente acreditava.A Cripta é abobadada e na parte mais alta tem aproximadamente 2,80m

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No horário da missa com predominância de não ciganos.

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A cruz que se ve acima da porta lateral da Igreja é chamada Cruz de Camargue ela pode ser vista na maioria das casas da região e o seu simbolismo significa ” a minha fé está ancorada no meu coração”. Acima a esquerda ve-se a Catedral repleta de pessoas dentro , fora e na torre da mesma. Registramos aqui a saída de Sarah e na torre ve-se pessoas que buscavam uma visão privilegiada. Abaixo a tal visão privilegiada antes da procissão.

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Na placa afixada na Catedral pode-se ler oseguinte: ” Igreja das Santas Marias – século IX,X e XII.Dedicada as Santas Marias Jacobina e Salomé. Construida sobre um antigo santuário ( que hoje é a Cripta de Sarah),na forma de um forte para proteger os habitantes e as relíqueas das invasões Sarracenas.
Dentro da Cripta estatua deSantaSarah patrona dos Ciganos.

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O Simbolismo do Labirinto

labirinto O Simbolismo do Labirinto
O símbolo do Labirinto exemplifica perfeitamente o processo do Conhecimento, ao menos em suas primeiras etapas, naquelas em que o ser tem de se enfrentar com a densidade de seu próprio psiquismo (reflexo do meio profano em que nasceu e vive), isto é, com seus estados inferiores, separando alquimicamente o espesso do sutil, que a alma experimenta como sucessivas mortes e nascimentos –solve et coagula–, destinando ao mesmo tempo numerosas provas e perigos que somente fazem traduzir o próprio conflito ou psico-drama interior.

Esse desassossego é próprio daquele que, tendo abandonado suas seguranças e identificações egóticas, descobre ante si um mundo completamente novo e, portanto, desconhecido, mas para o qual se sente atraído, porque na verdade intui que ao atravessá-lo é que poderá se reencontrar com sua verdadeira pátria e destino. Essa impressão indelével de estarmos totalmente perdidos tem que nos levar imperiosamente a encontrar a saída, ajudados sempre pela Tradição (e seus mensageiros: os símbolos), que neste caso nos chega por meio do Agartha que, tal como um guia ou eixo, tem de nos conduzir (desde que nossa atitude seja reta e sincera) a um estado de virgindade, a um espaço vazio imprescindível, apto para a fecundação do Espírito, o que se vive no mais interno e secreto do coração.

labirinto3 O Simbolismo do LabirintoDevemos assinalar que muitos labirintos representados na arte de todos os povos são autênticos mandalas ou esquemas do Cosmo, ou seja, da própria vida, com suas luzes e sombras, o que nos permitirá compreender que esse processo labiríntico é na realidade uma viagem arquetípica, uma gesta, em suma, que todos os heróis mitológicos e homens de conhecimento têm realizado, e que nos servirá de modelo exemplar a imitar, tal e como estamos vendo na série “Biografias”. Na verdade, a viagem pelo labirinto é uma peregrinação ligada à busca do centro, e neste sentido é importante destacar que em muitas igrejas medievais figurava um labirinto (como em Chartres, em meio do qual aparecia antigamente o combate entre Teseu e o Minotauro) que percorriam de forma ritual todos aqueles que, por uma ou outra razão, não podiam cumprir sua peregrinação ao centro sagrado de sua tradição (por exemplo, Santiago de Compostela, ou Jerusalém), o que era considerado um substituto ou reflexo da verdadeira “Terra Santa”, onde os conflitos e lutas se finalizam, possibilitando assim a ascensão pelos estados superiores até conseguir a saída definitiva da Roda do Mundo.

Texto poMarcelo Del Debbio

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PREVISÕES DE IFÁ PARA O ANO 2011

IFÁ ONTEM, IFÁ HOJE, IFÁ AMANHÃ.
PREVISÕES DE IFÁ PARA O ANO 2011
ATRAVÉS DO ORÁCULO DE IFÁ PARA O BRASIL

Este documento é dirigido aos irmãos, afilhados, Babalawós, Apetebis, Awofakas, Oriates, Babalorixás, Ialorixás e Iworós, povo religioso e a todos os que possa interessar.
Durante os dias 11 e 12 de dezembro de 2010, durante todo o dia e a noite, um grupo de Babalawós Cubanos e brasileiros, iniciados em Cuba e no Brasil, acompanhados por diversos Babalorixás e Ialorixás, se reuniram na sede da Sociedade de Cultura Afro-Cubana no Brasil, situada na Rua Santa Filomena sem número – Leque Azul – Praia de Mauá – Rio de Janeiro, com o propósito de cumprir com todas as cerimônias que permitem determinar o ODU e ORISÁS que governarão este ano no Brasil.
Tais cerimônias foram presididas e dirigidas pelo babalawó cubano Rafael Zamora Awó ni Orumilá Ogunda Keté, que incluem sacrifícios no mar, rio, lagoa, cemitério, mato, estrada, encruzilhada, poço e no alto de uma montanha, além de sacrifícios e oferendas a Elegbara, Ogun, Ozun, Éggun, Azuwano, Oke, Sangô, Olokun, Orisaoko, Osalá, Odúduwa, Inle aguere, Esumare e Olofin. Com o objetivo de alimentar e dar conta a todas essas energias do que seria realizado.
Como todos os anos a letra de 2011 foi sacada pelo babalawó mais novo, ou seja, o último iniciado do ano de 2010, Awó OGBE GUANHE. Estavam presentes também os seguintes awos:
Rafaelito Zamora awo Irete Untelu,
Carlos Esteves awo Ika Yekun,
Cláudio awo Irete Untelu,
Marcos Vinicius awo Osa Kulejá,
Nilson Novais awo Ogunda Leni,
Cláudio Awo Oshe Fun,
Junior awo Ofun Tenpola,

Daniel Awo Ogunda Dio,
Jorge Awo Baba Eyogbe,
Sergio Junior Awo Iwori Logbe,
Andrés Luis Awo Edigbre,
Alcio Awo Osa Fun,
Adalto Awo Ose nilogbe,
Robinho Awo Ogunda Kete,
Luis Azevedo Awo Baba Eyogbe,
Egidio Awo Oyekun Bika,
entre outros.

OSA IWORI
Testemunhos
OJUANI OGUNDA – OJUANI BOFUN
– Profecia:

IRÉ ASEKUN OKUTA (vencimento das dificuldades)
LESE EGUN ARA (através dos ancestrais familiares)
ONISÉ NI EGUN ARA (trabalho com egun)
KAURE, ALAIGUI. (flores variadas durante todo o ano)
OTAN. (acabou)
– EBO MARCADO: *Um frango para ELEGBARA, um carneiro e dois galos para SANGO, duas pombas para OGUN e ORISAOKO, vários grãos, verduras e frutas, um jogo de ferramentas de OGUN, terra de diferentes lugares movimentados da cidade, carne de vaca, um casal de bonecos de pano, uma ratoeira, um ofá de metal pequeno, bogbo asé.

ORIS.A AGAYU
Na mitologia Ioruba, Aganju é o orisá dos vulcões, do deserto e do rio.
É um Orixá de grande antiguidade.
Lukumi, seguidores desta religião, acreditam que Aganju é uma força que, como o sol que é o seu símbolo, é essencial para o crescimento, bem como um cultivador de civilizações. Como o vulcão com o qual ele também está associado, ele é o alicerce sobre o qual as sociedades são construídas e é o catalisador para a produção de grandes quantidades de riqueza e comércio necessário para o desenvolvimento avançado. Ele é considerado pelos praticantes Lukumi por seu papel em ajudar aos humanos a superar grandes sofrimentos, bem como as barreiras psicológicas. Como o vulcão,Aganju é conhecido por sua lendária força e sua capacidade de provocar uma mudança drástica.
Aganju é fortemente associado à SANGO. Alguns afirmam que ele é o pai deSANGO, se não, pelo menos, seu irmão. Aganju tem sido associado a OSUN, com quem teve um relacionamento, bem como com IEMANJA. Ele é associado com o ombro e com a força, poderoso, de caráter e determinação. É um membro reconhecido da família real divinizado do velho OYO, ele é considerado “um coração”.

ORISA IEMANYA.
Na mitologia Iorùbá, Iemanjá é uma deusa-mãe; divindade padroeira das mulheres, especialmente mulheres grávidas.
Iemanjá é um orisa, originalmente da religião iorubá, que se tornou proeminente em muitas religiões afro-americanas. Ela é o oceano, a essência da maternidade, e uma protetora das crianças. Seus pais são Oduduwa e Obatala . Há muitas histórias de como ela se tornou a mãe de todos os santos. Ela era casada com Aganju e tiveram um filho, Orungan, e quinze Orisás sairam dela. Incluindo Ogun, Olokun, Sapana e Sangô. Outras histórias diriam que Iemanjá sempre esteve lá no início e toda a vida veio dela, incluindo todos os orixás.
Seu nome é uma contração de palavras iorubá: “Yeye emo eja” que significa “mãe cujos filhos são como os peixes”. Isso representa a vastidão da maternidade, a fecundidade e seu reinado sobre todas as coisas vivas.

Conselhos espirituais, socias e para saúde :

A bandeira que cuidará de nossas casas este ano será confeccionada com as cores metade marrom e metade azul.
O principal conselho deste odun é ter muito cuidado na hora de fazer favores. Pois durante este período fazer favores, sobretudo a pessoas em quem confiamos, poderá nos trazer problemas sérios como, por exemplo: botar em perigo nossa própria vida, perder nosso emprego, nossa casa, a nosso cônjuge, nossa tranquilidade, nossa sorte e nossas amizades.
Deve-se evitar que pessoas que não convivem dentro de nosso lar o façam, pois por muito que acreditemos nelas, podem nos causar sérios problemas.
Será um ano onde os meios do poder publico farão muita fiscalização. Ifá aconselha a manter-se dentro da legalidade. Para com isto cuidar da nossa liberdade, tranquilidade mental e emocional.
Este será um ano de muitos conflitos sociais que deixarão as ruas bem perigosas acarretando mortes e acidentes trágicos. Será muito prudente cuidar muito de nosso lado espiritual, fazendo uso continuo dos eboses para evitar a morte e afastar as negatividades.

Neste ano devemos fazer oferendas de flores para nossos ancestrais e de frutas para ELEGBARA e pedir por nossa proteção.
Irmãos, dentro da informação deste odu esta que nasceu o raio ou descarga elétrica. Será prudente evitar ficar em lugares onde poderíamos estar expostos a este tipo de fenômeno, pois serão muito frequentes os acidentes provocados por isto.
Este signo fala do desenvolvimento natural e nos prognostica que nosso país terá um avanço econômico significativo.
Será um ano de muitas chuvas, ajudando em muitos lugares o bom desenvolvimento da agricultura e prejudicando significativamente em outros lugares, onde haverá enchentes e penetração do mar.
Babalawos, obas oriate, ijalorisas, babalorisas, apetegbises, awofakas e em sentido geral o povo de santo que reconhecem a veracidade e importância dos Orisas ORISAOKO, OSOSI, ODUDUA E ORUN devem assentar estes orisas , pois durante este período suas energias e forças serão fundamentais para manter o bom equilíbrio emocional e a estabilidade da saúde.

2011 não será um bom ano para confidenciar problemas íntimos nem comprometedores com nossos amigos, pois sofreremos decepções devastadoras.
A hipocrisia é o ato de fingir ter crenças, virtudes, ideias e sentimentos que a pessoa na verdade não possui. Essa palavra passou, mais tarde, a designar moralmente pessoas que representam que fingem comportamentos. É daí que o termo hipócrita designa alguém que oculta a realidade atrás de uma máscara de aparência. OSA WORI nos alerta sobre este comportamento por parte de falsos amigos, nossa arma será, ser hipócrita também com eles.
Ifá recomenda aos homens em fase de separação matrimonial ou em crise de discrepância, terem muito cuidado com os conselhos e influências dos amigos de sua companheira, pois a má influência e a inveja podem converter sua mulher em sua inimiga.
Amigos, a inveja é um sentimento gerado pelo egocentrismo e pela soberba de querer ser maior e melhor que todos, não podendo suportar que outro seja melhor. Numa outra perspectiva, a inveja também pode ser definida como uma vontade frustrada de possuir os atributos ou qualidades de um outro ser, pois aquele que deseja tais virtudes é incapaz de alcançá-la, seja pela incompetência, limitação física ou intelectual.
Ifá nos alerta para tomar todo o cuidado possível durante este ano, pois os invejosos estarão de plantão. Um bom jeito de proteção contra este sentimento ruim será não ostentar nossos logros.

Em uma história bem significativa deste odu, OLOFIN nos ensina que o homem ao invés de olhar para si mesmo deveria ver os problemas do coletivo e combater a MANIA DE GRANDEZA e caracterizá-la como a pior das calamidades. Chega a ser curioso ver as situações em que algumas pessoas se envolvem para manter essa mania de grandeza, para alimentar o ego e mostrar para todos ao redor o quão bem sucedidas e felizes elas são. Mas será que a felicidade está sempre ligada ao volume de dinheiro que se tem?
A economia do país se fortalecerá e o desenvolvimento será natural.
Na política nossa presidente terá várias crises dentro de seus próprios colaboradores, delegar funções e não centralizar é o conselho de ifá.
As doenças mais comuns neste período serão:
Problemas dentários, na vista (ocular), gastrites, câncer intestinal, depressão, dores fortes nos pés e artrites.

fonte: http://religiaoafro.ning.com/profiles/blogs/previsoes-de-ifa-para-o…

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